2007 o ultimo ano da Paz financeira...
Actualizado de Cima para Baixo como os ultimos Anos do Mundo, que não tem preparação para enfrentar a Maior Depressão economica de Sempre...
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FALA-SE MUITO E FAZ-SE POUCO ... e já é tarde
It is a painful thing to look at your own trouble and know that you yourself and no one else has made it.
Sophocles, BC 496-406, Greek dramatist
O povo, e só o povo, constitui a força motriz na criação da história universal.
Mao Tse-Tung
CAPITALISMO GLOBAL
O facto de Marx ter principiado a elaboração da obra económica, planeada há muito, no Inverno de 1857/1858 foi provocado directamente pela crise económica que estalou no Outono de 1857 e das concomitantes expectativas de um trauma profundo do qual o capitalismo não mais pudesse recuperar-se. "Estou a trabalhar como louco noite e dia a conferir meus estudos económicos de modo a que pelo menos possa ter o esboço claro antes do dilúvio", escreveu Marx a Engels numa carta de Dezembro de 1857 (MECW 40, p.217). A crise de 1857/1858 foi de facto a primeira crise verdadeiramente global do capitalismo moderno, a qual envolveu todos os principais países capitalistas daquele tempo (Inglaterra, EUA, França e Alemanha). No Grundrisse que emergiu durante este período pode-se encontrar a única passagem não ambígua do trabalho de Marx que pode ser entendida como uma teoria do colapso capitalista (MECW 29, p.29 e seguintes). Este colapso, Marx estava convencido, desencadearia movimentos revolucionários. Numa carta a Ferdinand Lassalle de Fevereiro de 1858 ele exprimiu mesmo o seu temor de que à luz dos "movimentos turbulentos" esperados o seu trabalho seria acabado "demasiado tarde" e então "encontraria o mundo não mais atento a tais assuntos" (MECW 29, p.271). Marx estava certo sobre o facto de que não acabaria o seu trabalho (o primeiro volume do Capital foi publicado nove anos mais tarde), mas esta primeira crise global do capitalismo nem conduziu a um colapso do capitalismo nem a qualquer espécie de movimento revolucionário. A crise já fora ultrapassada no princípio do Verão de 1858, e o sistema capitalista ainda saiu disso enormemente fortalecido. Marx aprendeu uma lição: no capitalismo, as crises funcionam como actos brutais de purificação. A destruição executada pelas crises remove impedimentos anteriores à acumulação e liberta novas possibilidades para o desenvolvimento capitalista.
Marx rompeu fundamentalmente com a noção de uma crise final do capitalismo. Quando Danielson, seu tradutor russo, perguntou (mais uma vez) em 1879 quando podia esperar a sequência do primeiro volume do Capital Marx respondeu que tinha de esperar o fim da crise então actual, a qual apresentava uma série de características especiais, a fim de incorporar a análise daquela crise ao seu trabalho, e observava em conclusão: "Entretanto o curso desta crise pode desenvolver-se – embora o mais importante para o estudante da produção capitalista e o théoricien profissional [seja] observá-la nos seus pormenores – ultrapassar-se, como as suas antecessoras, e iniciar um novo "ciclo industrial" com todas as suas fases diversificadas de prosperidade, etc" (MECW 45, p.355).
O facto de Marx, com boas razões, ter dito adeus às teorias do colapso capitalista não impediu muitos marxistas de permanecerem leais a tais ideias. Na Social Democracia "marxista" anterior à Primeira Guerra Mundial bem como nos Partidos Comunistas da década de 1920, era encarado como uma conclusão inevitável que o capitalismo pereceria em resultado das crises cada vez mais fortes que ele gerava. Toda recuperação era interpretada como um último alento antes do colapso final e inevitável, o que muitas vezes conduzia a grotescos maus juízos políticos. No princípio da década de 1990, a teoria do colapso capitalista celebrou uma ressurreição alegre na Alemanha novamente unida, enfeitada com o pretexto de ser uma ideia nova. As crises que se seguiram – a crise asiática de 1997/98, o crash bursátil que anunciou o colapso da bolha da "Nova Economia" em 2000/2001, e a crise na Argentina em 2001/2002 – foram interpretadas cada uma dela ao seu tempo como um sinal seguro da crise final do colapso capitalista. Mas todas estas crises foram ultrapassadas rapidamente. Elas conduziram a processos de enorme miséria (particularmente as crises da Ásia e da Argentina), mas o sistema capitalista, ao contrário dos prognósticos de colapso, emergiu particularmente fortalecido daquelas crises. Enquanto isso, há mais uma vez uma nova crise bem como novas previsões do colapso iminente do capitalismo. Neste momento economistas burgueses e mesmo o Fundo Monetário Internacional também estão a emitir advertências quanto ao perigo de um crash financeiro internacional com severas consequências para a economia global.
Da crise imobiliária americana à crise financeira internacional
Esta crise merece um olhar mais atento. Ela começou com um acto de expansão demasiado rápida (overtrading) culminando com uma explosão da bolha especulativa. Desde a mania holandesa das tulipas, no princípio do século XVII, tais crises de especulação sempre seguiram o mesmo curso: um activo particular (quer sejam acções, residências ou mesmo bolbos de tulipa) aumenta continuamente o seu valor estimado, o qual por sua vez estimula a procura por este activo, porque todos querem partilhar da aparentemente imparável ascensão do seu valor. As pessoas utilizam a sua própria riqueza, e acabam por assumir empréstimos, a fim de adquirir o objecto da especulação. Os preços ascendem cada vez mais alto na base da procura acrescida, o que conduz a um novo aumento na procura. Mas em algum ponto a ascensão esgota-se. Torna-se mais difícil encontrar novos compradores, e os investidores iniciais querem vender a fim de realizar o seu lucro. O preço do objecto da especulação cai. Agora todos querem sair do mercado a fim de evitar perdas, as quais conduzem entretanto a uma nova queda no preço do objecto de especulação. Muitos que começaram a especular tarde no jogo e compraram a alto preço agora incorrem em altas perdas. Uma vez que estas perdas são combinadas com um desmoronamento geral da procura, tal crise especulativa pode ter efeitos sobre toda a economia. Em princípio, o curso de tais crises especulativas é conhecido nos dias de hoje mesmo para aqueles que nelas participam. Mas nunca é claro para os participantes exactamente em que fase da especulação eles se encontram: mais ou menos no princípio, onde existem boas oportunidades para fazer um lucro, ou mais perto do fim, pouco antes de a bolha arrebentar. Todos esperam incluir-se entre os vencedores, mesmo quando sabem que o crash está para chegar.
Após a explosão da bolha da Nova Economia no ano 2000, o Federal Reserve reduziu a taxa dos fundos federais de 6,5 para 1,0 por cento entre Janeiro de 2001 e meados de 2003 a fim de estimular o investimento através do crédito barato. Durante dois ou três anos, a taxa dos fundos federais era mesmo mais baixa do que a taxa de inflação. Taxas de juro em queda também tornam a compra de casas atraente, e viver na privacidade da própria casa é um objectivo amplamente aceite entre todas as classes sociais nos EUA. Entre os anos 2000 e 2005 o montante das hipotecas quase triplicou. A procura fortemente crescente por casas levou os preços do imobiliário, apesar do aumento da construção, a aumentar 10-20 por cento por ano, o que atraiu bancos a garantirem empréstimos cada vez mais arriscados. Os preços de compra eram agora financiados até 100 por cento, e a situação líquida (equity) já não era exigida aos compradores. Normalmente, os bancos financiam apenas 60-80 por cento do preço de compra, de modo que o banco tem uma almofada de segurança e não incorre em perdas no caso de uma venda da casa arrestada (em consequência da insolvência do devedor). Mesmo que a casa não realize o preço de compra original através da venda do arresto, normalmente sobre bastante para ressarcir o empréstimo, e a perda é incorrida unicamente pelo devedor. No caso de preços do imobiliário fortemente ascendentes, os administradores de banco acreditam que nada poderia sair errado, e que a almofada de segurança seria automaticamente proporcionada pelos preços em ascensão. Contudo, muitos proprietários de casas utilizaram os preços do imobiliário em ascensão para aumentar os seus empréstimos a fim de financiar as suas despesas de consumo pessoal. O estabelecimento de uma almofada de segurança foi portanto adiado. Além disso, os bancos começaram a emitir os chamados créditos "Ninja", o que significa "sem rendimento, sem emprego, ou activos" ("no income, no job, or assets") por parte do tomador. Tais empréstimos constituíram grande parte dos "subprime" que são um assunto de discussão frequente nestes dias. Trata-se de empréstimos para tomadores que realmente não podem permitir-se tais empréstimos, o que significa que há um alto risco de incumprimento, o que os bancos compensam cobrando taxas de juro super altas. Acima de tudo, tais empréstimos "subprime" são então revendidos pelos bancos, através do que eles livram-se das suas preocupações quanto a devedores insolventes.
Empréstimos imobiliários de qualidade diversa foram empacotados juntos de um modo relativamente complicado para servir como colateral para títulos aos quais são dados belos nomes como "collateralized debt obligations" (CDO). Estes foram então vendidos com êxito a outros bancos e fundos. Tais títulos ofereciam retornos elevados por um lado (uma vez que os compradores imobiliários tinham de pagar taxas de juro altas) e pareciam por outro lado ser um investimento relativamente seguro, uma vez que estavam cobertos pelo imobiliário. A fim de manter estas transacções foram dos livros dos bancos compradores e portanto garantido (hedged) pelo seu próprio capital, foram criados os chamados "Structured Investment Vehicles" (SIV), os quais actuavam como subsidiárias estrangeiras. Eles refinanciaram os custos destes investimentos com emissões de títulos a curto prazo a taxas de juro muito mais baixas do que aquelas dos títulos especulativos colaterizados por hipotecas. Na Alemanha, não foram apenas bancos privados que seguiram este método de evadir legalmente o exame de entidades reguladoras, mas também bancos públicos tais como o Landesbank Sachsen.
Com a ascensão das taxas de juro nos EUA entre 2005 e 2006, a ascensão nos preços do imobiliário foi reduzida, mas o fardo dos juros das hipotecas aumentou, uma vez que na maior parte dos casos haviam sido estipuladas taxas variáveis. Mais notavelmente no sector "subprime", onde as taxas de juro já eram altas, o número de incumprimentos de empréstimos aumentou fortemente. Em resultado, o número de vendas de arrestos aumentou, o que mais uma vez deprimiu os preços do imobiliário. Agora a ascensão nos preços já não estava a reduzir-se; nos fim de 2006 os preços começaram a afundar.
Com a crescente insolvência dos compradores de imobiliário, caiu o fundamento dos rendimentos em juros dos títulos baseados sobre estas hipotecas, e com o afundamento dos preços imobiliários, o colateral destes títulos também se foi, e os seus preços caíram. Isto forçou os bancos e os fundos que haviam comprado estes títulos a empenharem-se cada vez mais em "ajustamentos de valor" nos seus balanços, um processo que provavelmente ainda não chegou ao seu fim.
Características especiais da crise actual
O fenómeno descrito até agora não constitui nada inabitual na história do capital. A crise actual é notável por causa do papel que os bancos nela desempenharam. Nas crise de bolsas de acções, os perdedores frequentemente são os investidores muito pequenos que colocaram os seus pés de meias em acções e que descobriram-se na posse de papeis sem valor após um crash ou aqueles que estão mesmo em dívida porque financiaram as suas compras de acções com empréstimos. No caso da crise imobiliária americana, as partes aflitas são os bancos e os hedge funds especulativos que compraram os empréstimos imobiliários (ou títulos cobertos pelos empréstimos) dos bancos emitentes. Muitos proprietários de casas insolventes perderam as suas poupanças, que aplicaram nas casas, devido aos arrestos. Mas pelo menos o crédito fácil oferecido pelos bancos permitiu um nível de consumo mais alto ao longo de anos. Desta vez, não foram os pequenos poupadores colocando seu magro capital em acções que fogem do dia para a noite, mas sim bancos a financiarem a compra de imóveis de preço excessivo e as despesas de consumo dos proprietários de casas.
A extensão das perdas que bancos individuais tiveram de absorver (não só bancos americanos, mas também por exemplo bancos públicos e privados alemães que tomaram parte em transacções especulativas aparentemente seguras) ainda não é clara. Não só porque os bancos estão relutantes em dar ao conhecimento público a extensão das suas perdas como também porque frequentemente eles próprios não estão plenamente conscientes da extensão exacta. Quando entraram na compra dos títulos cobertos pelos empréstimos imobiliários, os bancos confiaram cegamente no julgamento das chamadas "agências de classificação". Mas as classificações "AAA" de maior qualidade foram pagas pelos próprios bancos que emitiram os títulos, o que não ajuda necessariamente no que se refere à objectividade das classificaçóes. Uma vez que ninguém sabe exactamente qual banco está na posse de quantos empréstimos podres ou talvez mesmo a enfrentar a bancarrota, a desconfiança entre os bancos tem crescido o que no ano passado quase paralisou as operações interbancárias. No comércio interbancário, os bancos concedem uns aos outros empréstimos a curto prazo sem quaisquer formalidades a fim de assegurar que o negócio prossiga suavemente. Mas se um banco tem de levar em conta que o outro banco pode estar em bancarrota amanhã, o típico empréstimo "over night" também se torna um risco. Problemas maiores têm sido impedidos até agora apenas porque bancos centrais reagiram com uma rápida expansão da concessão de empréstimos
Mudanças dentro do capitalismo
As enormes perdas que até agora tem sido o assunto em discussão – no fim de Abril, os bancos anularam cerca de 270 mil milhões de dólares, mas o total pode acabar por ir aos 400-500 mil milhões – também são uma expressão das mudanças estruturais que se tem verificado dentro do capitalismo global nos últimos 30 anos: desde a crise económica global de 1974/75 e as políticas neoliberais introduzidas em consequência, a distribuição de riqueza nos principais países capitalistas mudaram consideravelmente em benefício do capital e de indivíduos de alto rendimento. Os salários reais aumentaram apenas um bocadinho desde então, o aumento na riqueza social beneficiou quase exclusivamente aqueles que já possuíam altos rendimentos e grande riqueza. Uma grande parte destes ganhos de rendimentos, bem como parte dos lucros crescentes dos negócios, foi investida nos mercados financeiros, os quais conseguiram cortejar os investidores com novos tipos de instrumentos financeiros especulativos (os chamados "derivativos") desde a desregulação geral dos mercados na década de 1970.
Várias "pensões de reforma", todas elas instituídas a expensas de sistemas de pensão do Estado, também levaram a tentativas da parte de muitos empregados de melhorarem os pagamentos das suas pensões através de "fundos de pensão", de modo que indivíduos com rendimentos mais baixos também acabaram por investir indirectamente nos mercados financeiros. Em resultados destes desenvolvimentos, o volume de riqueza financeira cresceu muito mais fortemente nas últimas poucas décadas do que a produção agregada. E há uma busca constante por novas oportunidades de investimento para este enorme aumento da riqueza financeira, o que estimula grandemente a especulação.
Contudo, as perdas acima mencionadas constituem uma fracção da riqueza financeira internacional, a qual monta a cerca de 150.000 mil milhões de dólares americanos. As perdas globais até agora de cerca de 270 mil milhões estão na escala do défice anual do orçamento federal dos EUA e podem facilmente ser absorvidas pelos mercados financeiros globais. Mas pode bem acontecer que um ou dois grandes bancos deparem-se com dificuldades semelhantes àqueles encontrados pelo quinto maior banco americano, o Bear Stearns, cuja bancarrota só pôde ser evitada pela sua venda a preço de salto – intermediado pelo Federal Reserve – ao J.P. Morgan Chase, o segundo maior banco americano.
Novos centros de acumulação capitalista
Em consequência da crise financeira, começou uma recessão nos EUA (ainda que isto não tenha sido oficialmente reconhecido). Os bancos tem travado a concessão de empréstimos e os consumidores privados que acabam de perder as suas casas não podem continuar a consumir nos mesmos níveis. Considerando o peso significativo que tem o mercado interno para a economia dos EUA, uma baixa cíclica pode ser inevitável, mesmo com um dólar fraco fazendo com que as exportações americanas fiquem mais competitivas no mercado global. É notável, contudo, que esta baixa até agora teve efeitos relativamente menores sobre a economia global. Na Europa e particularmente na Alemanha, as previsões de crescimento têm sido revistas para baixo, mas com a "tendência de subida" dos últimos poucos anos, uma baixa cíclica era prevista de qualquer modo. Os EUA ainda são a potência económica mais forte, mas com o desenvolvimento de países da Ásia e partes da América Latina, emergiram novos centros de acumulação de capital que não são mais simplesmente uma "periferia" de uma economia global conduzida pela Europa Ocidental e América do Norte. Em alguma medida, eles podem compensar a queda de procura nos EUA. Que companhias indianas estejam a ganhar fama por si próprias com tomadas de controle espectaculares (a Jaguar foi comprada pela Tata Motors; a maior companhia siderúrgica europeia, Arcelor, foi comprada pela Mittal Steel), e que o banco central chinês possua reservas maciças de divisas estrangeiras, constitui simplesmente a expressão óbvia deste desenvolvimento. O capitalismo competitivo global está a tornar-se cada vez mais multipolar, um desenvolvimento acompanhado pela perda relativa da significância económica dos EUA (ver "Profit without End: Capitalism Is Just Getting Started," MRZine, 28/07/07).
Novas formas de regulação – e novas crises
A crise actual também indica outra coisa. Cerca de 30 anos atrás terminou a era do keynesianismo: políticas keynesianas que haviam sido reduzidas a "gastos deficitários" foram substituídas por conceitos neoliberais decorrentes da suposição de que "os mercados" são as entidades melhores e mais eficientes para regular a economia. Desde a desregulação da década de 1980, a flexibilização e a privatização verificaram-se por praticamente todo o mundo. Hoje, os mercados financeiros aproximam-se mais estreitamente do ideal neoliberal de um mercado livre e flexível: regulamentações estatais foram cortadas radicalmente, e devido à natureza dos objectos sendo comerciados, os lapsos de tempo e os custos de transacção são mínimos, os "impulsos do mercado" podem portanto impor-se sem obstáculo. Mas são precisamente estes mercados financeiros desregulados que demonstraram ser extremamente instáveis e propensos a crises. Mesmo Josef Ackermann, responsável do Deutsche Bank, teve recentemente de admitir que já não acredita nos muito apregoados "poderes de auto-correcção do mercado". E o Fundo Monetário Internacional, que até agora obrigava todos os países em desenvolvimento que precisavam de crédito a "mais mercados" (também e especialmente no sector financeiro), descobriu à luz da crise financeira que a arquitectura financeira internacional apresenta "deficiências dramáticas" e que é necessário mais controle do Estado e regulação. Mas se tal regulação está realmente para vir em breve é incerto: Ackermann não pretendia que a sua crítica fosse entendida como um pedido de mais intervenção do Estado. Ao invés disso, ele apresentou um código de conduta voluntário ao qual instituições deveriam aderir no futuro. As propostas discutidas pelo FMI também permanecem extraordinariamente vagas. É possível que seja necessária uma nova crise antes de uma nova onda regulatória poder começar. Mas o período de ingénua euforia do mercado parece estar ultrapassado a partir de agora.
Contudo, mesmo que uma nova era de regulação dos mercados financeiros esteja a caminho, isso não tornará o capitalismo livre de crises. Ao analisar o capitalismo, é preciso distinguir entre arranjos institucionais que favorecem crises e tendências fundamentais do capitalismo dirigidas para a crise, as quais estão enraizadas por um lado nas determinações contraditórias da produção capitalista e por outro na circulação capitalista. Arranjos institucionais podem ser alterados, e em regras as crises tendem a induzir tais mudanças. Que o objectivo da produção capitalista é a maximização do lucro e que isto é parcialmente mediado pela especulação, entretanto, não pode ser mudado, ou pelo menos não sem abolir o capitalismo.
Também há indicações de novas crises. A enorme ascensão do consumo nos últimos poucos anos levou a uma escalada nos preços das matérias-primas e à actual ascensão nos preços dos alimentos. No caso de preços em ascensão e de expectativas de novos aumentos de preços, o investimento especulativo aumentará, no qual activos são comprados unicamente com a intenção de vendê-los a um preço mais alto. Já há conjecturas de que o aumento de preço do petróleo bruto e do trigo é parcialmente um resultado de contratos futuros especulativos, de modo que novas bolhas especulativas estão a emergir.
O aumento dos preços dos alimentos já teve um considerável impacto económico na Índia e particularmente na China, eles estão a alimentar a já elevada taxa de inflação. Não pode ser excluída a possibilidade de o banco central chinês tentar combater a inflação com a elevação das taxas de juro ou com um endurecimento da oferta monetária, sufocando portanto as até agora extraordinárias taxas de crescimento – taxas de 8-9 por cento ao ano. Então o outro lado da moeda das estruturas multi-polares do capitalismo global tornar-se-á evidente: uma crise económica na China não seria apenas um problema chinês, seria um problema para toda a economia capitalista global. Mesmo sem o temido colapso do sistema financeiro, as perspectivas do capitalismo competitivo global são tudo menos róseas.
Já agora
A sound banker, alas, is not one who foresees danger and avoids it, but one who, when he is ruined, is ruined in a conventional and orthodox way along with his fellows, so that no one can really blame him.
John Maynard Keynes
http://www.investmenttools.com/thefed/total_fed_reserves.htm
The best minds are not in government. If any were, business would hire them away.
Ronald Reagan
September 28th 2002
http://www.investmenttools.com/thefed/federal_reserve_monetary_base.htm
(muito interessante o fluxo)
USA no meu conhecimento irá ser numero um por muito tempo... é facil perceber porquê...
Prata... brevemente Gold 1300usd, 30usd and 12m 50usd...
O ouro e prata irá ser a partir de agora o melhor investimento de todos os tempos...
11 de Outubro 2009
http://www.youtube.com/watch?v=DJIDr15duZk
Noone ever claimed she has a perfect voice. What is "perfect" is the story of an obscure Scottish woman coming from nowhere to shake the foundations of the internet world, and to get recognition without being a blond 20 year old. I think her voice is good, and with more studio time, and more public appearances, her voice will settle.
Sobre a natureza dos animais???
Nos dias de hoje... na Dinamarca!!! da União Europeia???
Basta escrever no Google Golfinhos Calderon
Não existe nada tão mau, selvagem e cruel, na natureza, quanto os homens normais. - Hermann Hesse
A compaixão para com os animais é das mais nobres virtudes da natureza humana - Darwin
Tudo o que nasce deve morrer, passando pela natureza em direção à eternidade. - Shakespeare
Sabei que o segredo das artes é corrigir a natureza. - Voltaire
A natureza tem uma estrutura feminina: não sabe se defender mas sabe se vingar como ninguem. - Marina da Silva
13 de Outubro 2009
The Reasons For Financial Failure
"Money can't buy you happiness. But it helps you to be miserable in comfort."
Why do people not achieve financial success?
Reason One: Lack of knowledge: or more specifically, a lack of desire to gain knowledge. Make the effort to read about financial matters and you will learn. Many people don't know where to go for unbiased advice so they do nothing.
Reason Two: Failure to set plans. Did you know that only 5 percent of the population sets goals and only 2 percent has any form of written goals? Their actions have a sense of purpose: they are results oriented, they are motivated, they are positive. They are life's winners. Without a plan, it is easy to drift aimlessly, and live from day to day. If you set goals, you will know what you want to achieve.
Reason Three: Inefficient use of time and poor work habits. Time is like money - you can spend it or invest it in building a better you by self-development. When you waste time, you are wasting yourself. Plan your day - what do you really want to achieve today?
Reason Four: Lack of foresight. Achievers can look beyond the immediate and into the future. Although some may see your visions as dreams, do not forget that you have to have a dream to make a dream come true. Unless you are fortunate enough to be left a legacy, the only money you will ever have working for you is what you save and invest. People with vision can multiply their income by investing in growth investments. Work for your money, then make your money work for you.
Reason Five: The need to conform. Dare to be different! Don't be afraid to take calculated risks. The people who make big money are the ones who do the opposite of what everyone else does - sell when everyone else buys, and vice versa.
Reason Six: Poor debt management through excessive borrowing. Many people have poor spending habits and having no budget. If you borrow to buy things that lose value, with interest payments you pay much more for the article than it cost initially. (Especially new cars, furniture etc.)
Reason Seven: Lack of desire as a result of a poor attitude about acquiring wealth. A bad attitude has caused more personal problems than anything else. What we expect to happen usually does. Successful people are optimists, while unsuccessful people have a pessimistic attitude . Block out negative thoughts and stereotypes and mix with successful, positive people.
Reason Eight: Inadequate protection against unforeseen events, such as the loss of a home due to natural disaster or the death or disablement of the bread winner. Adequate protection (insurance) against these events is vital to financial success. Not being properly covered has wiped out many potentially financially successful people.
Reason Nine: Lack of discipline. Most people find it difficult to save: it is easier to say yes than no. Those who lack discipline to say "no" will find financial success an impossible achievement. Many people are easily led by advertising and the easy availability of credit.
Reason Ten: Procrastination. Many people put off a savings program until it is too late. Young people have a wonderful opportunity and advantage because they have time on their side. The reasons people give for not starting a savings program are varied, and many are genuine. People in their 20s are just getting started in life and want to enjoy themselves by spending on cars, stereos etc. People in their 30s have young families and mortgages. People in their 40s say things are tough with kids to put through college and unexpected medical expenses. By the time people reach their 50s, it is too late: there's no time left to accumulate capital through the magic of compound interest. A convenient time never comes.
So what better time to start on your road to financial success than TODAY?
NOSSA DIMENSÃO ECONOMICA
USA (39Bi po dia)
https://www.cia.gov/library/publications/the-world-factbook/geos/us.html
Portugal (USA 65 VEZES MAIOR EM PIB, 2008) (PIB PT, seis dias de USA)
https://www.cia.gov/library/publications/the-world-factbook/geos/po.html
Angola (USA 170 VEZES MAIOR EM PIB, 2008) (PIB ANG, dois dias de USA)
https://www.cia.gov/library/publications/the-world-factbook/geos/ao.html
20 de Outubro 2009
lá fora
http://blogs.reuters.com/rolfe-winkler/2009/10/19/einhorn-on-gold-sovereign-default-and-more/
Portugal tem um nome Lindo, clima e cultura... mas não chega!
A compreensão de Portugal e da sua História é uma constante da Historiografia e do Pensamento portugueses pelo menos desde o início do século XIX. As condições que tornaram possível a autonomização de Portugal da força centrípeta de Leão e Castela e, depois, lhe permitiram construir e manter uma identidade na Península e no mundo são temas que estiveram no cerne da análise e da reflexão de historiadores e pensadores como Herculano, Oliveira Martins, Antero, Sampaio Bruno, Jaime Cortesão, António Sérgio e Joel Serrão, para citar apenas alguns nomes.
Território situado no extremo sudoeste da Europa, com uma área de cerca de 90 000 Km2 (três vezes a Bélgica mas um quinto da Espanha) e uma fachada atlântica de cerca de 840 km, Portugal tem, pelas sua posição geográfica, acentuada ainda pelas características geomorfológicas do seu território, uma posição excêntrica relativamente à Europa. A posição atlântica de Portugal, prolongada, desde o início do século XV, pelos dois arquipélagos descobertos e povoados por portugueses, o dos Açores e o da Madeira, foi a chave da sua história e da sua identidade nacional.
O Atlântico selou o destino histórico de Portugal: encravado entre um poderoso vizinho e o mar, os Portugueses souberam tirar partido da sua situação estratégica, quer construindo no mar um poderio militar, quer aliando-se à potência naval dominante (aliança inglesa), assegurando a sua sobrevivência face às pretensões hegemónicas das potências europeias. Escreve Veríssimo Serrão (História de Portugal, vol. 1) : «em face de uma Espanha superior em dimensão cinco vezes, não houve milagre no caso português, mas somente a adequada integração dos seus naturais num quadro político que lhe assegurou a existência autónoma que qualquer periferia marítima amplamente favorece.»
A leitura da História de Portugal em termos de um ciclo de apogeu e queda, de potência mundial à irrelevância geopolítica, é uma leitura marcadamente oitocentista, e que deve situar-se no contexto da reflexão política de finais do século XIX. A ideia de que certos factores como a União dinástica com a Espanha, em que Portugal perdeu a sua dinastia e por isso a sua independência política (dinastia filipina: 1580-1640), o Terramoto de 1755, as invasões francesas (Guerras Napoleónicas), a independência do Brasil em 1822 determinaram a "decadência" de Portugal releva mais de um certo inconsciente colectivo do que da necessária contextualização histórica. A Revolução Republicana de 1910 iria dar uma feição modernizadora a Portugal, dando porém origem a um regime parlamentar instável, marcado por frequentes revoltas militares e pela trágica intervenção no teatro da Primeira Guerra Mundial. A ditadura do Estado Novo, instaurada na sequência da Revolução militar de 1926 (Salazarismo), marcou o Século XX português pela sua excepcional duração (48 anos). Em 25 de Abril de 1974 eclodiu um golpe militar organizado pelo Movimento das Forças Armadas (Revolução dos Cravos), maioritariamente constituído por capitães do exército ("Capitães de Abril") que derrubou a ditatura. Portugal entrou, após um conturbado período revolucionário, no caminho da Democracia Parlamentar, ao mesmo tempo que procedia à descolonização de todas as suas colónias. Membro fundador da NATO, o Portugal democrático reforçou a sua modernização e a sua inserção no espaço europeu com a sua adesão, em 1986, à Comunidade Económica Europeia (CEE).
como irá acabar este texto??? daqui a três anos??? imagino
22 de Outubro 2009
http://economicrot.blogspot.com/
SILVER BEST OPTION
a prata irá subir muito
http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601086&sid=aE3QiWwmyUW0
Continuo a achar no meio disto Tudo que os USA vão sair muito fortalecidos...
http://edition.cnn.com/2009/BUSINESS/10/21/china.asset.bubble.ft/index.html
23 de Outubro de 2009
http://www.spiegel.de/international/germany/0,1518,656448,00.html#ref=rss
25 de Outubro de 2009
Nova Felicidade
26 de Outubro de 2009
BES em Ourem
http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601087&sid=auZ6mmb.nuoM
1 de Novembro de 2009
MUITO IMPORTANTE
http://www.parlamento.pt/Legislacao/Paginas/ConstituicaoRepublicaPortuguesa.aspx
http://krugman.blogs.nytimes.com/
http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601087&sid=amPXzjQV3nGQ
http://www.eurointelligence.com/article.581+M573d09ef1f9.0.html
2 de Novembro de 2009
vem aí... 12m
Lenin disse que a melhor forma de destruir o sistema capitalista era corromper o dinheiro. Por um processo contínuo de inflação, governos podem confiscar, sem serem observados, uma parte importante da riqueza de seus cidadão...
Algo de Positivo
Nunca o País esteve tão moderno e eficaz como hoje...
http://www.portaldasfinancas.gov.pt/
https://www.portaldaempresa.pt/
http://www.portaldocidadao.pt/
OBRIGADO PORTUGAL
SERÁ QUE ALGUM DIA VÃO PUBLICITAR O QUE EXISTE DE BOM NA SOCIEDADE
para enfrentar a maior crise de sempre da nossa História...embora que os violinos do Titanic não parem de tocar.. preparem-se...
Tente nunca esqueçer que valemos pela capacidade de superar as dificuldades e não pelo dinheiro que temos...
Use menos o Carro (se não tiver... é melhor)
Use mais a Bicicleta
Use mais as Pernas
Pareçe anedotico, mas, acho extremamente importante...para combater o desemprego... Faça bastante desporto
Comunique mais com as pessoas
Compre produtos nacionais
aprenda a cultivar
poupe agua
http://www.lewrockwell.com/north/north778.html
nunca é demais
3 de Novembro 2009
http://news.goldseek.com/BullionVault/1257258074.php
previsão : gold 12m a 1500usd
8 de Novembro de 2009
http://www.ft.com/cms/s/2/cd15d9e0-ca62-11de-a3a3-00144feabdc0.html
http://www.calculatedriskblog.com/2009/11/uk-record-35-thousand-people-declared.html
http://www.reuters.com/article/companyNews/idUST25993020091106
http://www.nytimes.com/2009/11/05/garden/05appraisal.html?_r=1&ref=patrick.net
http://www.eurointelligence.com/article.581+M597e12e0499.0.html
11 de Novembro de 2009
Este Gajo ou está doido ou tem 100% de razão! Acredito mais na segunda...
http://www.youtube.com/watch?v=UpgZx-9FLbE&feature=player_embedded
http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601087&sid=awJ.40H7p9Lo&pos=4
20 de Novembro de 2009
Professor Nouriel em Lisboa
Apoio DiarioDigital.pt
http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601087&sid=a1R.4l6zC8sc&pos=3
Como tenho dito no passado OURO e PRATA ainda estão BARATOS
http://blogs.telegraph.co.uk/finance/ambroseevans-pritchard/100002059/is-6300-fair-value-for-gold/
http://classic.cnbc.com/id/34038650
Banks created the financial crisis, and when the latter erupted they were almost engulfed by it. There can be little doubt that the banking system must be radically reformed. The issue is how this should be done. To answer this question we must first understand the nature of the risks that banks create.
First, banks borrow short and lend long. In doing so they create a very special kind of risk, a liquidity risk. This risk is special because it is a “tail risk”. It occurs infrequently, but when it does, it has devastating effects. It is difficult, if not impossible to quantify because it occurs as a result of collective movements of distrust and panic. Thus, we have no scientific basis to predict liquidity crises. As a result, when we talk about liquidity risks it would be more appropriate to talk about uncertainty. This is the distinction introduced by Knight: risk is quantifiable; uncertainty is not. Banks produce uncertainty.
Second, banks are at the center of the payments system. This creates a network of borrowing and lending by banks from and to each other. This interbank market has the effect of creating an interconnectedness of risk, i.e. when one bank fails, the other banks are in trouble. When a problem appears in one bank, it is propagated into the whole banking system like an infectious disease. Thus, risks in the banking system are likely to be correlated. This contrasts with what is happening in the non-banking sector. For example, when one automobile company goes bankrupt, this is good news for the other automobile companies. The latter can expand their production and increase their profits.
Securitization that became popular from the 1980s onwards was thought to reduce systemic risk because it would spread the risk concentrated in one bank over many more institutions. In fact, it did the opposite; it increased systemic risk. When a bank in the US Midwest bundled mortgages into an asset backed security and passed it on to financial institutions in, say, Germany, the interconnectedness and the correlation of risks in the banking system increased. Thus, securitization amplified the inherent problem of the banking system which is that shocks occurring in one place are quickly transmitted to the rest of the system. As a result, securitization increased the inherent fragility of the banking system. And as in the case of the liquidity uncertainty created by banks, the sudden emergence of correlated risks is difficult, if not impossible to quantify. Here too we are in the realm of uncertainty, rather than risk.
How to tackle this problem? There are essentially two ways. In the first one, banks maintain a business model that allows them to securitize their loans in different sophisticated ways, be it that they are subject to tighter regulation and supervision than before. This is the approach towards which policymakers gravitate today. It is based on a belief that the risks created by banks can be managed and contained by imposing a series of appropriate capital and liquidity ratios, and as has been proposed in a number of countries, by subjecting the introduction of new financial products to prior approval.
The problem of this approach is that we do not have a science of liquidity and interconnection risk, which is the risk, or rather, the uncertainty, created by banks. All we have is a science of independent risks. This is the risk that arises in one place and that can be isolated, because it is not propagated to the rest of the system. This science of independent risks which has been very powerful in developing and pricing derivatives and other sophisticated financial products, is useless as a tool to manage the uncertainties created in the banking system. It is not only useless. It is also dangerous because it will lead to a new complacency. When the new regulatory environment will be in place it will create the illusion that things are under control, while underneath the time bomb of liquidity and correlated risks that can be triggered by collective movements of panic will continue to tick.
The second approach starts from the admission that we do not have the tools to quantify the uncertainties created by the banking system. All we can do is to limit these uncertainties by restricting the activities of banks. This is the idea behind narrow banking. In this approach banks are told that activities that increase the interconnectedness of risk shall not be allowed. Since securitization of loans increases this interconnectedness, it will not be allowed. Thus, narrow banking aims at minimizing the potential of the banking system to create correlated risks. These risks of course cannot be eliminated, but they can certainly be reduced.
Two objections have been raised. The first objection to the idea of narrow banking is very popular among bankers. It says that narrow banking will reduce credit and thus will negatively affect economic growth. The empirical evidence is not favorable for this view. Securitization has led to an explosion of bank credit that has fueled asset bubbles. The economic growth observed in the US, the UK, and many other countries during the decade prior to the crash was artificially high, sustained as it was by excessive credit made possible by securitization. After the crash, economic growth will have to return to a lower and more sustainable level.
Financial innovation will still occur in a narrow banking landscape. Investment banks will still be able to develop new sophisticated assets. The limitation they will face, however, is that they will not be able to finance these (most often illiquid) assets by short-term funding. In other words investment banks will not at the same time be able to operate as commercial banks, as unfortunately some can today.
The second objection to narrow banking is a more serious one. It has been formulated by Charles Goodhart, among others. It says that in good times there will be a tendency towards disintermediation, i.e. it will be more attractive to expand credit through the less regulated part of the banking system (the investment banks or other “shadow banks”) at the expense of the more regulated narrow banks. When crises erupt the reverse will happen, when agents fly to safety towards the more regulated part of the banking system. All this may create booms and busts much in the same way as we have experienced in the past.
This objection is a serious one, but in fact it applies to any kind of regulation (as Goodhart himself recognizes). The regulatory reforms that are now considered and that imply that banks can keep their business model of securitization also face this problem. Banks will be subjected to tighter capital and liquidity ratios. They will then also try to move activities in such a way as to evade these restrictions, much in the same way as they have done in the past with the Basle regulations. This will create movements of credit from the tightly regulated activities and asset holdings of the same institutions to less regulated ones. It also implies that the supervisors will have to do a lot of micro-supervision at the level of the internal management of the financial institutions. It is therefore not clear a-priori whether this approach will be more successful in preventing the evasions and distortions in the financial system than the approach based on separating commercial from investment banking activities.
Bankers and their many lobbyists protest that narrow banking is terrible and will reduce innovation and growth. The authorities should not believe them. The protests of bankers against narrow banking are self-serving. When bankers make pleas to keep their business models unchanged they are not concerned at all with general welfare. Their only concern is to go back to the situation prior to the crisis that allowed them to generate high profits while making sure that most of the risk was borne by the rest of society.
21 de Novembro 2009
"Ninguém dá importância ao pão pela quantidade de pão que existe num país ou no mundo, mas todos medem sua utilidade de acordo com a quantidade disponível para si, e isso, por sua vez, depende da quantidade total "
Joseph Schumpeter
15 de Dezembro 2009
http://www.nytimes.com/reuters/2009/12/11/business/business-uk-ecb.html?_r=1
http://www.nytimes.com/2009/12/15/science/earth/15climate.html?partner=rssnyt&emc=rss
25 de Dezembro 2009
O nosso Afonso Henriques
28 de Dezembro 2009
QUE CLIMA BESTIAL E PORQUÊ?
http://www.nytimes.com/2009/12/28/nyregion/28caseload.html?_r=1
2010
23 de Janeiro de 2010
http://www.msnbc.msn.com/id/3036677/vp/34985508#34985508
4 de Fevereiro de 2010
1.- Um CDS (Credit Default Swap) é um seguro de incumprimento emitido por uma Seguradora. Exemplo: Um Estado ou uma Empresa emitem Dívida, (através de Obrigações, por exemplo). Na maturidade (fim do prazo da Dívida), o Emitente (Estado ou Empresa) não consegue reembolsar o comprador. A Seguradora paga o Capital investido ao Investidor. 2.- O número de CDS emitidos é, no máximo, igual ao número de títulos de Dívida emitidos. 3.- Se o preço dos CDS sobe e desce, é sinal de que alguns compradores da Dívida, NÃO ESTANDO PREOCUPADOS COM O INCUMPRIMENTO DO EMITENTE, venderam os seguros (CDS) que haviam comprado (Como se um de nós vendesse o seguro do automóvel pois não estava preocupado em ter um acidente). 4.- Os CDS são um instrumento altamente especulativo: o Comprador de Obrigações que comprou o seguro (CDS) vende-o numa expectativa de o recomprar mais barato (mais tarde) e assim diminuir ou anular o custo inicial do seguro, isto é, corre o risco de enquanto anda a vender e a comprar os seus próprios CDS, o Emitente falir e ele ficar com Capital zero. 5.- Como os verdadeiros interessados nos CDS (os compradores de Dívida) os vendem, outros (que não precisam do seguro pois não compraram Dívida), vão comprando e vendendo, tipo daytrading, aumentando a especulação. 6.- Para aumentar ainda mais a especulação e consequente volatidade, os CDS não são transaccionados à vista e em contínuo (como as acções do BCP, PT, EDP, etc, que aparecem nos vossos streamers a mudarem de preço a cada segundo que passa), mas em Mercado OTC (grosso modo: Por Debaixo da Mesa ). 7.- Quando se diz que um CDS está nos 150 pontos, isso significa que o seguro (CDS) custa 150 EUR por cada 10,000 EUR, ou seja, o seguro (CDS) custa 1,50% do preço da Obrigação. Se a Taxa de Juro da Obrigação for de 4%, o Investidor só ganha 2,5% (4% - 1,5%). 8.- Ao contrário do que tenho visto escrito, o valor máximo histórico de um CDS da República Portuguesa foi atingido em 16 de Fevereiro de 2009 nos 161 pontos. 9.- Nessa altura, ninguém falava dos CDS: alguns deveriam pensar que se tratava de simpatizantes do partido do Dr Paulo Portas. 10.- A Taxa de Juro das Obrigações sobe, porque o preço das mesmas, transaccionadas em Bolsa, desce. 11.- As razões que levam as Obrigações a descerem de preço (e consequentemente as Taxas de Juro a SUBIR), poucas vezes têm a ver com os riscos de incumprimento: sempre que os Investidores pretendem aumentar o risco das suas carteiras, vendem activos de menor risco (Obrigações) para poderem comprar activos de maior risco (acções). E sempre que há pressão vendedora, o preço desce. 12.- Sendo a Dívida da República Portuguesa emitida a taxa fixa, e ao contrário do que tenho visto escrito, as actuais variações das Taxas de Juro e dos CDS, não representam qualquer aumento de custo para Portugal, em toda a Dívida já emitida. Irão sim representar aumentos de custo via Taxas de Juro, na Dívida Pública que o Estado Português VIER A EMITIR. 13.- Compete ao Emitente, neste caso ao Estado Português, escolher o momento conveniente para emitir Dívida. Exemplo: Ontem, o Estado Português tinha como valor indicativo de emissão 500 M de EUR. Havia compradores para 1,95 mil milhões ou seja 3,9 VEZES MAIS. O Estado Português entendeu que as Taxas Juro pretendidas pelos Investidores eram elevadas, mandou-os passear, e dos 1,95 mil milhões de Dívida que os Investidores pretendiam comprar, só lhes vendeu 300 M ou seja 6,5 VEZES MENOS a uma taxa média ponderada de 1,379%. 14.- Em resumo: Sem pretender esconder debaixo do tapete os graves problemas financeiros do País, É UM FACTO, que mais do que a gravidade desses problemas, o que nos está a matar nos Mercados Financeiros e a arruinar o nosso futuro, é a especulação à volta dos CDS e das Taxas de Juro, os Contractos de Futuros sobre Taxas de Juro, os derivados dos CDS, etc. Nada de novo: Em 2007, morreram milhares de pessoas à fome em África (e não só), pois a especulação feita através de derivados sobre os produtos alimentares (trigo, soja, milho, etc), levou-os a preços tão elevados que os mais pobres não os podiam comprar. O mesmo se passou com o petróleo, que chegou aos USD 137 em Julho 2007. Como escreveu Warren Buffet, duas semanas depois do 11 de Setembro 2001: As verdadeiras armas de destruição massiva não são as armas nucleares, quimicas, etc. São os Derivados Financeiros . É o mundo que temos e que todos construímos. 15.- Finalmente: Os CDS e quejandos não merecem a atenção que lhes tem sido dispensada: quando a estupidez e a irracionalidade dos jogadores de Bolsa diminuir, tudo isto irá melhorar.
12 de Fevereiro de 2010
Vivemos numa sociedade onde o dinheiro é tudo, todos nos falamos na Grecia e Portugal.
Lideraram o mundo em tempos... Não duvidem, derivado ao tamanho vão ter muito mais capacidade de sair desta crise GLOBAL ... do que os outros....
13 de Fevereiro de 2010
A ideia de liberdade de expressão está a ficar muito distorcida em Portugal. Liberdade de expressão não significa liberdade de intromissão ou de conspiração.
As adversidades não tornam os homens nem melhores nem piores. Apenas revelam-nos como são.
Dois importantes fatos, nesta vida, saltam aos olhos; primeiro, que cada um de nós sofre inevitavelmente derrotas temporárias, de formas diferentes, nas ocasiões mais diversas. Segundo, que cada adversidade traz consigo a semente de um benefício equivalente. Ainda não encontrei homem algum bem-sucedido na vida que não houvesse antes sofrido derrotas temporárias. Toda vez que um homem supera os reveses, torna-se mental e espiritualmente mais forte... É assim que aprendemos o que devemos à grande lição da adversidade. (Andrew Carnegie a Napoleon Hill)
As lições da desgraça são as sumas lições da vida.
(Giacomo Leopardi)
Faz-me bem apanhar vez ou outra a chuva da vida. (H W Longfellow)
No meio de qualquer dificuldade encontra-se a oportunidade. (Albert Einstein)
A glória é tanto mais tardia quanto mais duradoura há de ser, porque todo fruto delicioso amadurece lentamente.
(Arthur Schopenhauer)
É muito melhor arriscar coisas grandiosas, alcançar triunfos e glórias, mesmo expondo-se a derrota, do que formar fila com os pobres de espírito que nem gozam muito nem sofrem muito, porque vivem nessa penumbra cinzenta que não conhece vitória nem derrota. (Theodore Roosevelt)
A verdadeira medida de um homem não é como ele se comporta em momentos de conforto e conveniência, mas como ele se mantém em tempos de controvérsia e desafio. (Martin Luther King Jr.)
14 de Fevereiro 2010
Under the roof of Spreuer Bridge, 67 paintings dating from 1626 to 1635 represent a "Dance of Death". Death, represented as a skeleton or as the "Great Reaper" urges everybody to dance with him, i.e. to die. Death makes no difference between old and young, churchmen and laymen, rich and poor. This kind of paintings were often placed on cemetary walls. They expressed people's feeling in the face of death especially during times of epidemic pestilence and were widespread all over late medieval Europe, but only very few examples have survived to date. The fascination for this theme has not completely gone... Lucerne's Dance of Death was designed by chief painter Kaspar Meglinger.
6 de Março 2010
http://www.investmenttools.com/thefed/money_multiplier__velocity_.htm#ult_short
http://www.economist.com/opinion/displaystory.cfm?story_id=15557443
http://in.reuters.com/article/bankingfinancial-SP/idINLDE61911Q20100210
11 de Março de 2010
"Fitch said the risk of Greek contagion to Spain and Portugal has been exaggerated"
QUE TAL NOTICIAREM ISTO MUITO BEM
http://www.thedailyshow.com/watch/mon-march-8-2010/harry-markopolos
PARA ALGUNS JORNALISTAS
1. A todos são reconhecidos os direitos à identidade pessoal, ao desenvolvimento da personalidade, à capacidade civil, à cidadania, ao bom nome e reputação, à imagem, à palavra, à reserva da intimidade da vida privada e familiar e à protecção legal contra quaisquer formas de discriminação.
2. A lei estabelecerá garantias efectivas contra a obtenção e utilização abusivas, ou contrárias à dignidade humana, de informações relativas às pessoas e famílias.
3. A lei garantirá a dignidade pessoal e a identidade genética do ser humano, nomeadamente na criação, desenvolvimento e utilização das tecnologias e na experimentação científica.
4. A privação da cidadania e as restrições à capacidade civil só podem efectuar-se nos casos e termos previstos na lei, não podendo ter como fundamento motivos políticos.
1. Cabe a uma entidade administrativa independente assegurar nos meios de comunicação social:
a) O direito à informação e a liberdade de imprensa;
b) A não concentração da titularidade dos meios de comunicação social;
c) A independência perante o poder político e o poder económico;
d) O respeito pelos direitos, liberdades e garantias pessoais;
e) O respeito pelas normas reguladoras das actividades de comunicação social;
f) A possibilidade de expressão e confronto das diversas correntes de opinião;
g) O exercício dos direitos de antena, de resposta e de réplica política.
2. A lei define a composição, as competências, a organização e o funcionamento da entidade referida no número anterior, bem como o estatuto dos respectivos membros, designados pela Assembleia da República e por cooptação destes.
14 de Abril 2010
http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601087&sid=aZhHGhukvySo&pos=2
20 de Abril de 2010
A minha melhor noticia de 2010, sinto que está a nascer um dos melhores atletas de sempre em Portugal
Aluno brilhante na Benedita, estudante de medicina, humilde e inevitavelmente um Grande Campeão mundial o tempo assim o vai provar...
http://www.oribatejo.pt/2010/03/joao-silva-vence-iii-triatlo-do-ribatejo/ humildade
http://www.triathlon.org/news/article/silva_takes_monterrey_title/ 1ª vitoria taça do mundo
(15 segundos de penalização e só começou a contar depois da Juri explicar detalhadamente!!!)
Alguem viu isto na TV é sobre esta GRANDE VERGONHA NACIONAL de só publicarem a desgraça de PORTUGA...
23 de abril 2010
http://www.teamradioshack.us/video-lance-armstrong-in-the-race-across-the-sky/
Não é a Economia que manda mas sim a natureza e a BURRICE...
Este fim-de-semana foi o CAOS em toda a Europa a nível de ÉTICA. Fui para o Aeroporto de Cracovia e disseram-me que iria estar fechado (por causa de cinzas vulcânicas) mas, marcaram-me a saída para o dia seguinte. Arranjaram-me hotel e uma refeição por dia, verifiquei que os preços no hotel aumentaram 50% nas estadias, perguntei porquê e explicaram-me que era devido às cinzas vulcânicas???
No dia seguinte assim o fiz fui para o aeroporto e disseram-me que o aeroporto estava fechado, que não podiam mais garantir o hotel, alimentação e que não podia mais ir para o Aeroporto. Eu disse que queria reclamar e disseram-me para reclamar na companhia Luftansa que por acaso não existia na Polonia.
Por ter agenda completamente marcada eu e um Sócio da minha empresa pedimos cotação de taxi de Cracovia para Munique... passados 800km chegamos a Munique pelas 21h e parecia um aeroporto fantasma, camas montadas, tendas e algumas pessoas deitados no chão do Aeroporto... Olharam para nós como estivessem a ver Extraterrestes com malas a andar pelo aeroporto. Tivemos sorte, a Luftansa tinha lá pessoas e disseram-nos que não podiar estar ali porque o aeroporto estava fechado, não percebi bem a razão pela qual estavam lá... então tinha um bilhete em classe executiva e queria reclamar e disseram-me que derivado à erupção vulcânica não o podia fazer naquele momento porque o aeroporto estava fechado (com as portas abertas claro)...
Fui para uma rent a car e pediram-me 3000euros de tarifa fixa para alugar um carro em Munique e entregar em Lisboa, perguntei porquê e explicaram-me que era devido às cinzas vulcânicas os preços dispararam neste tipo de aluguer!!!
Fiquei aborrecido fui a outra companhia na esperança de encontrar um carro com matricula Portuguesa (a única forma de não pagar essa tarifa) e em cheio disseram-me que tinha acabado de chegar um... Assim fiz aluguei... e pedi nas informações como comprar um mapa, AZAR, estava tudo fechado. Mas podia ir a uma sala com pc’s e imprimir um mapa, fui à dita sala e perguntei ao responsável presente qual o pc que podia utilizar, ele indicou-me. Tive de colocar um euro em 4 computadores até descobrir que nenhum funcionava... era para reclamar mas, apercebi-me que era tarde...
Dirigi-me ao local do estacionamento do carro, e AZAR não estava lá o carro!!! Não queria desistir, comecei entre aquelas centenas de carros a pressionar a chave de forma a ouvir algum barulho ou ver alguma luz, que significaria viatura por perto e aberta... SORTE estava lá a viatura que alugara...
Algumas luzes de avaria acesas... e fiz-me à estrada atravessei parte da europa e verifiquei a GREVE do TGV em FRANÇA, milhares de pessoas sem transporte e uma GREVE DO TGV e comboios, senti que o povo europeu procura um grande ditador, passei a ESPANHA e outras greves nos transportes e cheguei com aproximadamente 320 euros de portagens e 340 de combustível.
QUAL A RAZÃO DE TODAS ESTAS GREVES QUANDO NENHUM AVIÃO PODIA VOAR NA EUROPA?
APÓS 4000KMS CHEGUEI A PORTUGAL O MEU PAÍS COM A SENSAÇÃO QUE É O MELHOR DO MUNDO...
AQUI ESTÁ O GAJO RESPONSAVEL QUE DESAFIOU A EUROPA TODA.....preparem-se estes problemas vão ser maiores até 2012 do que os economicos...
Sr. Eyjafjallajokull
Prejuizo, primeira estimativa claro (sem os alugueres de carros, etc) 3.000.000.000 usd (três millhares de milhões de Dollares)
Vulcão Lehman Brothers
"The investment now became a mistake, resulting in a stunning loss of $613 billion" dava para ter a aviação europeia parada aproximadamente 10 anos...
Já viram onde estamos...
29 de Abril 2010
Todas as comparações de Portugal com a Grécia são absurdas (excepto no azeite) por estas razões:
1º Nunca fomos acusados de alterarmos os numeros, nem sequer alteramos
1)aº o valor do PIB da Grécia não é real
2º Mundialmente interessa atacar o Euro para resolver outros problemas maiores
3º Portugal já deu provas no passado da capacidade que temos na redução do deficit
4º Como escreveu Warren Buffet, duas semanas depois do 11 de Setembro 2001: As verdadeiras armas de destruição massiva não são as armas nucleares, quimicas, etc. São os Derivados Financeiros .
5º O maior problema de Portugal é de Motivação dos Portugueses a Trabalharem, instalou-se um sistema que não compensa o trabalho honesto e dedicado
6º Sabiam que na Grécia um cabeleireiro é uma Profissão de ALTO RISCO, podendo se reformarem aos 55 anos!
7º E muito importante perceber que WEB alterou complentamente o Mundo, juntamente com o MAU jornalismo tornou-se muito façil usar o MARKETING VIRAL nesta plataforma WWW...
8º Euro baixo, vai começar a subir as exportações e muito o anterior cambio era desleal...
então?
Japan Debt
http://www.investmenttools.com/equities/world/spain_madrid_general.htm#weekly
25 de Junho de 2010
http://www.reuters.com/article/idUSTRE65L6IA20100622
The Quiet Coup Not surprisingly, Wall Street ran with these opportunities. From 1973 to 1985, the financial sector never earned more than 16 percent of domestic corporate profits. In 1986, that figure reached 19 percent. In the 1990s, it oscillated between 21 percent and 30 percent, higher than it had ever been in the postwar period. This decade, it reached 41 percent
O Cancro Maligno do nosso País
http://www.ionline.pt/conteudo/54573-autarquias-concentram-quase-90-da-corrupcao-em-portugal
A maioria das camaras estão falidas! São depositos de boys e mais boys, muitos deles sem habilitações para exercer determinadas funções. Mas verdade seja dita, se não fossem as autarquias o desemprego seria muito mais elevado. Muitos não respeitam horarios, a pouca competencia que têm usam-na com maldade e hipocrisia.
http://ecosfera.publico.pt/biodiversidade/Details/atras-dos-burros-selvagens-da-china_1443481
Agora exportem os de duas Patas
Asinus asinum fricat
12 de julho 2010
Governos, países, economias e moedas vão e vem.
Mas PORTUGAL é ETERNO!
Querem-nos expulsar do Euro, expulsem, querem-nos expulsar da Europa força.
Ao fim de 900 anos ainda andamos por cá... e havemos de andar por mais 900.... com ou sem dividas
E quando tiver para acabar tocamos isto...
http://www.youtube.com/watch?v=uhR6lrbw35I&feature=related
que Bom ser Português... a maior parte das pessoas que fala de Nós nunca fez nada nem tenciona fazer...
É muito melhor arriscar coisas grandiosas, alcançar triunfos e glórias, mesmo expondo-se a derrota, do que formar fila com os pobres de espírito que nem gozam muito nem sofrem muito, porque vivem nessa penumbra cinzenta que não conhece vitória nem derrota. (Theodore Roosevelt)
23 de Julho 2010
29 DE Agosto de 2010
FINALMENTE UMA GRANDE MACHADADA NA CORRUPÇÃO EM PORTUGAL
PARABENS AO CRIADORES DESTA IDEIA
http://www.portugal.gov.pt/pt/GC18/Noticias/Pages/20100520_Not_CM_Licenciamento.aspx
http://www.portugal.gov.pt/pt/GC18/Governo/ConselhoMinistros/ComunicadosCM/Pages/20100520.aspx
GRANDE FURACÃO venderquanto antes!!!
http://www.cnbc.com/id/38863025/
Estamos a viver uma Grande Depressão economica com 10 anos de desalavancagem só não acredita quem quer!
1 de Setembro de 2010
Não estamos assim tão mal..
7 de Setembro de 2010
Analise mais correcta que vi até hoje, esta é 100% correcta
http://www.youtube.com/watch?v=iwq2zaSQD5w
Economista Chefe Vergulino Burrini
28 de Setembro de 2010
Portugal nunca precisou tanto de Politicos responsaveis e unidos!
agora vamos perceber qual a qualidade dos politicos Portugueses
29 de Setembro 2010
Aumento de impostos e corte nos salários da função pública estão confirmados. O subsídio de Natal sobreviveu.
REDUÇÃO DA DESPESA
1. Congelamento do investimento até ao final do ano (já em 2010)
2. Corte de 5% dos salários da Função Pública
3. Redução da despesa com ajudas de custo, horas extraordinárias e acumulação de funções, bem como impossibilitar a acumulação de salários públicos com pensões (já em 2010)
4. Congelamento das pensões durante o ano de 2011
5. Redução em 20% com o Rendimento Social de Inserção
6. Redução da despesa com indemenizaçoes compensatórias e subsídos às empresas
7. Congelamento de promoções e progressões na carreira
8. Redução em 20% na frota automóvel do Estado
9. Congelamento das admissões e redução do número de contratados na Função Pública (já em 2010)
10. Congelamento do abono de família para os rendimentos mais elevados (já em 2010)
11. Redução das transferências para os fundos e serviços autónomos, para as autarquias e para as regiões.
12. Reduzir as despesas no âmbito do Serviço Nacional de Saúde, nomeadamente com medicamentos e meios complementares de diagnóstico (já em 2010)
13. Reduzir os encargos da ADSE (já em 2010)
14. Reduzir as despesas com o PIDDAC
15. Extinguir/fundir organismos da Administração Pública directa e indirecta
16. Reorganizar e racionalizar o sector Empresarial do Estado reduzindo o número de entidades e o número de cargos dirigentes
AUMENTO DA RECEITA
1. Aumento da taxa máxima do IVA para 23%
2. Revisão das tabelas anexas ao Código do IVA
3. Imposição de uma contribuição ao sistema financeiro em linha com a iniciativa em curso na UE
4. Revisão das deduções à colecta do IRS
5. Revisão dos benefícios fiscais para pessoas colectivas
6. Convergência da tributação dos rendimentos da categoria H com regime de tributação da categoria A
7. Aumento em 1 ponto percentual da contribuição dos trabalhadroes para a Caixa Geral de Aposentações (já em 2010)
8. Código Contributivo
9. Outras receitas não fiscais previsíveis resultantes de concessões várias: jogos, explorações hídricas e telecomunicações
9 DE OUTUBRO DE 2010
O MUNDO ESTA A MUDAR A CADA 24H
Lá fora
Enquanto não prenderem os vigaristas do sistema financeiro mundial, que iniciaram este colapso global, o ouro e a prata não iram parar a sua enorme escalada... quem quiser lucrar do sofrimento que teve compre ouro e prata o mais rápido possivel...
provas recentes:
http://www.reuters.com/article/idUSTRE6953HI20101006
Cá dentro
Perdeu-se completamente o sentido de estado
Perdeu-se a Responsabilidade
Perdeu-se o amor a Portugal
Perdeu-se o respeito
Ganhamos parasitas na sociedade politica e civil
esta imagem é muito importante para os tempos que estamos a viver...
Lucerne's Dance of Death
by Kaspar Meglinger na Spreuer Bridge,
o site atingiu em Setembro o record de visitas 3144 (só espero que tenham comprado ouro)
Já agora temos tantos economistas e ainda nenhum se apercebeu que o nosso problema financeiro principal irá ser parcialmente resolvido com as nossas (quase) 400 toneladas de ouro que Salazar preparou...
esperem somente 2 anos até o ouro chegar a 4000 usd a onça... e com as medidas actuais .
http://www.caseyresearch.com/editorial/3735?ppref=DLC197ED1010B
18 de Outubro de 2010
Como tudo esteve tão perto do fim!!!
Quinta-feira, 22 de Abril, 2010
Embaixada do Canadá, Washington
Numa noite de Primavera, o nº 501 da Pennsylvania Avenue foi palco de um jantar que reuniu alguns dos governantes mais poderosos do mundo. O edifício, situado em pleno centro administrativo, legislativo e judicial dos EUA, é um misto de modernismo e neoclassicismo, a que alguns críticos de arquitectura chamam burlesco. Ora, o tema em discussão naquela noite nada tinha de burlesco. Pelo contrário, era especialmente grave: como salvar a união monetária europeia. Nesse encontro, os ministros das Finanças e os presidentes dos bancos centrais dos sete maiores países industrializados (G7) apenas tinham em mente a possibilidade de a explosão da dívida soberana grega poder desencadear uma crise à escala europeia e desestabilizar o sistema financeiro global.
"Não podemos ignorar que os EUA olham para a incapacidade de agir da Europa com crescente incredulidade e apreensão", referiu no encontro Alistair Darling, ex-ministro das Finanças britânico. "A mensagem é clara: ‘Por que não agem? Sabem muito bem que têm de agir'".
Onze dias antes, os líderes europeus e o Fundo Monetário Internacional (FMI) tinham prometido à Grécia uma ajuda no valor de 45 mil milhões de euros, porém, no encontro realizado na Pennsylvania Avenue - que teve como anfitrião Jim Flaherty, ministro das Finanças do Canadá -, as partes concordaram que esse valor provavelmente ficaria muito aquém do necessário.
"Os presentes expressaram uma preocupação profunda face aos perigos de um contágio global. A discussão foi particularmente sincera e frontal. Ficou claro que os EUA e o FMI estavam dispostos a ajudar. Desta vez, os EUA não se comprazeram com a desgraça alheia. Apoiaram-nos e disponibilizaram-se para nos ajudar recorrendo à sua experiência na gestão da crise", recorda Olli Rehn, Comissário Europeu dos Assuntos Económicos e Monetários.
Nessa mesma noite, antes de Rehn e dos restantes presentes - incluindo os presidentes da Reserva Federal dos EUA e do Banco Central Europeu, do FMI e do Banco Mundial - saírem da embaixada, chegou-se a acordo sobre a necessidade de se tomarem medidas urgentes e colectivas.
Seis meses depois temos consciência de que evitaram uma tragédia no último minuto. Muitas e longas entrevistas a fontes próximas deste processo mostram quão perto esteve a moeda única de um colapso e quanto o resgate da principal expressão da integração europeia esteve dependente de instituições internacionais e da administração americana.
A constante preocupação dos mercados de obrigações em relação ao panorama económico e orçamental de alguns membros da zona euro, como Irlanda e Portugal - para não falar na Grécia -, lembra-nos que as lições de Abril e Maio são hoje mais pertinentes do que nunca, pois mostram-nos que, apesar de o processo de decisão da Europa nos parecer amiúde penosamente lento, os seus líderes farão o que for preciso para manter viva a moeda única.
O euro, ao contrário de outras moedas, é mais do que um simples meio de pagamento e fonte de valor. Simboliza a aspiração da Europa de ser respeitada como uma comunidade de nações soberanas empenhadas numa experiência única de união na paz e na prosperidade. Porém, e como a análise dos acontecimentos deste ano deixou claro, os governantes terão muito trabalho pela frente para debelarem as falhas e debilidades económicas que têm fragilizado este projecto desde o início.
Sábado, 24 de Abril, 2010
Sede do FMI, Washington
Às sete da manhã, dois dias depois do jantar na Embaixada do Canadá, Jean-Claude Trichet, presidente do Banco Central Europeu (BCE), Olli Rehn e George Papaconstantinou, ministro das Finanças grego, reuniram-se no gabinete amplo e luminoso de Dominique Strauss-Khan, director-geral do FMI. Foi aqui que gizaram um acordo para salvar a Grécia, cabendo ao FMI assegurar metade do valor disponibilizado pela zona euro. Pela primeira vez desde o lançamento do euro, em 1999, era preciso salvar um país membro do abismo em nome da unidade europeia e da estabilidade financeira global.
Até domingo, 2 de Maio, foram reunidos 110 mil milhões de euros para salvar a Grécia: 80 mil milhões garantidos pela zona euro e os restantes 30 mil milhões pelo FMI. Nos cinco dias subsequentes, quando uma vaga de pânico se expandiu por todos mercados financeiros mundiais ameaçando engolir a Irlanda, Portugal e Espanha, os líderes da União Europeia (UE) viram-se obrigados a traçar um segundo plano, cuja magnitude fora até aí impensável: um fundo de ajuda aos 16 países da zona euro no valor de 750 mil milhões de euros, coadjuvado por uma iniciativa sem precedentes do BCE de comprar títulos da dívida pública.
Sexta-feira, 7 de Maio, 2010
Sede da UE, Bruxelas
A história de como este segundo plano foi posto em prática começa noutro jantar, onde foram servidos espargos e rodovalho aos presidentes e primeiros-ministros da Europa. A maior parte está habituada a ouvir repreensões das autoridades europeias sobre a má gestão das finanças públicas, mas, nessa noite, a linguagem utilizada foi especialmente apocalíptica. Quando Jean-Claude Trichet deu por concluída a sua firme intervenção, nenhum dos presentes duvidou que estava em jogo o futuro do euro.
Trichet usou um gráfico para ilustrar a forma como os mercados financeiros conduziram as taxas de juro das obrigações dos governos mais frágeis da zona euro a níveis muito elevados e insustentáveis, e anunciou que a crise já não se circunscrevia apenas à Grécia. Um dos participantes recorda as palavras do presidente do BCE: "Acrescentou que ‘este problema não diz somente respeito a um país, mas sim a vários. É um problema europeu e global que se está a deteriorar muito rapidamente e com grande intensidade'".
Os seus comentários produziram o efeito desejado. Os líderes dos países mais pequenos da zona euro, menos entrosados com os mercados financeiros mundiais, não tinham até àquele momento noção da verdadeira gravidade da crise. Alguns dos líderes mais experientes mostraram-se surpreendidos com a magnitude da situação. Um embaixador europeu lembra-se de olhar para o presidente francês e de ver "um Nicholas Sarkozy lívido e atónito. Nunca o tinha visto tão pálido", afirma.
Trichet disse aos líderes europeus que a crise era parcialmente da sua responsabilidade por terem ignorado os apelos do BCE em prol da disciplina orçamental após o lançamento do euro. Sublinhou também que o BCE alertou repetidas vezes para a necessidade de um controlo rigoroso das necessidades de financiamento e da despesa pública. Só assim se poderia cimentar um grupo de estados que partilham a mesma moeda, mas não dispõem de uma união política ou orçamental semelhante à dos EUA. Os governos não cumpriram com as suas obrigações e estavam agora a pagar a factura. Trichet terminou solenemente dizendo que "chegou o momento de assumirem as vossas responsabilidades".
O debate foi aceso e tenso. Sarkozy instou o BCE a seguir o exemplo da Reserva Federal dos EUA e do Banco de Inglaterra que, durante a crise financeira mundial, deram um passo corajoso ao decidirem comprar obrigações do Tesouro para "descongelar" os mercados de crédito. "Sarkozy bradava: ‘Chega de hesitações!", recorda um político europeu. O presidente francês teve o apoio dos primeiros-ministros italiano e português, Silvio Berlusconi e José Sócrates, bem como de outros chefes de governo de países do Sul da Europa.
A chanceler alemã, Angela Merkel, defendeu o BCE alegando que não cabia aos líderes europeus dar ordens ao banco central, cuja independência está consignada no Tratado da UE. Todos os presentes ouviram atentamente os seus argumentos, não só porque a Alemanha é a economia europeia mais pujante como tinha, nesse mesmo dia, aprovado no Parlamento um apoio no valor de 22,4 mil milhões de euros, a somar à ajuda da UE à Grécia - a maior fatia do bolo partilhado por todos os países da zona euro. Merkel contou com o apoio dos primeiros-ministros da Holanda e da Finlândia, Jan Peter Balkenende e Matti Vanhanen.
Trichet estava ciente de que a compra de obrigações do Tesouro por parte do BCE era uma opção, ainda que extremamente controversa, dados os potenciais riscos inflacionistas, mas necessária ‘in extremis'. Depois de uma reunião do conselho de governadores do BCE na quinta-feira, em Lisboa, disse numa conferência de imprensa que nem ele nem os seus colegas haviam discutido esta questão. Tecnicamente é verdade, uma vez que não constava da agenda de trabalhos. No entanto, na cimeira de sexta-feira, não podia voltar atrás sob pena de ser acusado de ceder à pressão de Sarkozy e dos seus aliados. Se a independência do BCE fosse posta em causa, os danos daí resultantes seriam irreparáveis.
Trichet optou por atacar aqueles que o criticavam lembrando-lhes que, desde Agosto de 2007, o BCE injectara liquidez no sistema bancário europeu no valor de centenas de milhares de milhões de euros para evitar o seu colapso, mas reconheceu que o banco central nunca pediu aos líderes europeus para adoptarem medidas específicas nesta matéria. "Trichet mostrou-se muito firme neste aspecto. Disse: ‘Não nos peçam para fazer o que quer que seja. Faremos o que considerarmos apropriado fazer'".
A cimeira corria o risco de tornar-se numa mera declaração de intenções entre duas filosofias de união monetária que, muito antes e muito depois de nascer o euro, já eram antagónicas: a visão alemã, que defende o rigor orçamental e a independência do banco central, e a visão francesa, assente num "governo económico" para a Europa conduzido por políticos eleitos.
Em termos práticos, era preciso encontrar uma solução antes de os mercados asiáticos abrirem na segunda-feira. Os 16 líderes incumbiram a Comissão Europeia (CE) de criar um "mecanismo de estabilização" capaz de proteger a zona euro e convocaram os ministros das Finanças da UE para uma reunião de urgência no sábado, 9 de Maio, a fim de aprovarem o plano.
Fim-de-semana, 8 e 9 de Maio, 2010
Bruxelas
"Estava previsto regressar à Finlândia para participar num programa de televisão, mas percebi que era importante ficar em Bruxelas. Reunimos as tropas na manhã de sábado e trabalhámos as propostas durante 24 horas para estarem prontas antes das 13.00 de domingo", realça Rehn.
Quis o destino que a reunião ministerial não começasse a bom ritmo. O ministro das Finanças alemão, Wolfgang Schäuble, sentiu-se mal assim que chegou a Bruxelas e foi levado para o hospital. "A ausência de Wolfgang foi um choque para todos", lembra a sua homóloga francesa, Christine Lagarde, que disse aos seus colegas: "Não podemos continuar sem a Alemanha. Devemos esperar'. Mas o tempo passava e sabíamos que tínhamos de concluir as negociações antes da abertura dos mercados asiáticos, porque estava em causa o futuro do euro".
Thomas de Maizière, ministro da Administração Interna da Alemanha, substituiu Schäuble na reunião. Dava o seu passeio de domingo no campo, nos arredores de Dresden, quando foi informado que teria de embarcar num avião do governo com destino a Bruxelas. Antes da sua chegada, porém, já se sabia que a Alemanha não ia aceitar as propostas da Comissão.
O plano da CE previa a criação de um fundo especial no valor de centenas de milhares de milhões de euros que ficaria sob a sua alçada e venderia obrigações com garantias dos governos, mas a Alemanha rejeitou esta modalidade argumentando que todos os países que precisem de ajuda financeira devem recebê-la sob a forma de empréstimos bilaterais concedidos por outros governos, como aconteceu no caso da Grécia.
Entretanto, os conselheiros jurídicos da UE alertaram a Comissão para o facto de o seu plano ser incompatível com a lei europeia. Rehn recorda: "Se a Alemanha tivesse subscrito as propostas da CE, esta teria motivos para se regozijar. Mas os alemães fizeram valer o seu ponto de vista lembrando que a apreciação do Tribunal Constitucional da Alemanha nunca poderia ser favorável".
Merkel e Sarkozy trocaram impressões por telefone e chegou-se a um consenso: não se definiu a forma de angariar o dinheiro, mas definiu-se o valor necessário. A soma astronómica, 500 mil milhões de euros, decompunha-se assim: 60 mil milhões em fundos europeus provenientes do orçamento da União e 440 mil milhões em garantias dos governos da zona euro. Strauss-Khan tranquilizou os líderes europeus informando-os de que o FMI iria disponibilizar uma verba igual a metade do valor definido, isto é, 250 mil milhões, o que perfaz um total de 750 mil milhões de euros para salvar a zona euro.
O presidente norte-americano, Barack Obama, manteve conversas telefónicas com Angela Merkel e outros líderes europeus, e realizou-se uma ‘conference call' com os ministros do G7, quatro dos quais europeus. "Houve vários processos paralelos: as conversações entre os 27 estados membros da UE em Bruxelas, com o G7 e as chamadas telefónicas entre Nicholas Sarkozy e Angela Merkel", explica Christine Lagarde. "Fiz a ponte com o G7 e os 27 porque Elena Salgado, ministra das Finanças espanhola, presidia à reunião da UE e Schäuble se encontrava no hospital. Por vezes estava em duas frentes: o G7 num telefone e os 27 noutro".
O acordo levou tempo a alcançar. Alguns governos receavam apresentar aos parlamentos nacionais um novo pedido de ajuda no valor de milhares de milhões de euros para países vizinhos em dificuldades, visto o pacote de ajuda à Grécia ser ainda muito recente. Queriam um mecanismo diferente, mas ninguém sabia em que moldes. Já passava da meia-noite quando Lagarde propôs fazerem uma curta pausa. "Senti a pressão. Não tirava os olhos do relógio".
Segundo Rehn, Maarten Verwey, director de Relações Internacionais no Ministério das Finanças holandês, foi quem desbloqueou o impasse ao propor a criação de um "veículo de finalidade especial" (SPV, na sigla inglesa) que pudesse angariar fundos e fosse apoiado pelos 440 mil milhões de euros de garantias governamentais. A Alemanha deu luz verde pelo facto de o SPV não ser controlado pela Comissão e de as obrigações comuns da zona euro não constarem da proposta.
Este acordo foi quanto bastou para o BCE anunciar um programa de compra de títulos do Tesouro com vista a estabilizar os mercados. Uma decisão que gerou forte controvérsia na Alemanha, por ser visto como consequência da pressão francesa. Pouco depois, veio a público que Axel Weber, presidente do banco central alemão, se opôs a esta solução e rompeu relações com os seus colegas do BCE.
A iniciativa foi recebida com entusiasmo pela maioria dos ministros das Finanças da UE, mas houve quem tivesse uma opinião mais crítica. "A decisão do BCE foi muito positiva e tal como todas as boas decisões devia ter sido tomada mais cedo", ironizou Jacek Rostowski, ministro das Finanças polaco.
Durante a noite de 9 de Maio, os ministros das Finanças tiveram a certeza de que o BCE os iria apoiar, porém, nem Trichet nem Lucas Papademos, representante do banco central na reunião de Bruxelas, deram qualquer pista sobre os seus planos. "Estávamos confiantes de que o BCE nos apoiava, mas Trichet não deu o braço a torcer: ‘Nenhum político me vai dizer o que devo fazer'. Então, alguém perguntou: ‘E se Trichet não nos apoiar?'. Depois, alguém disse: ‘Se isso acontecer é o fim'. Ninguém tinha dúvidas de que precisávamos do apoio de ambas as partes, ministros e BCE, mas este mostrou-se inflexível: só avançaria depois de os ministros avançarem", lembra Alistair Darling.
Nesse dia surgiram outras dificuldades. Primeiro foi preciso persuadir Portugal e Espanha a adoptar novas medidas de austeridade para aliviar as pressões sobre o mercado de obrigações. Depois o Reino Unido recusou-se a contribuir para o SPV alegando que um ‘bail out' do euro era da responsabilidade exclusiva dos países da zona euro.
"A oposição britânica não foi construtiva. O Reino Unido poderá pagar caro pela sua opção um dia mais tarde. Em tempos particularmente delicados, como aqueles que vivemos hoje, não é sensato adoptar uma posição tão radical como esta. Ninguém vai esquecer facilmente o sucedido", realça Anders Borg, ministro das Finanças sueco.
Não obstante, os líderes da UE conseguiram - ainda que no derradeiro momento - ganhar algum tempo para repor a ordem na zona euro.
20 OUTUBRO 2010
http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=21504
http://globaleconomicanalysis.blogspot.com/2010/10/french-strikes-reach-7th-day-japanese.html
http://www.frontlinethoughts.com/gateway.asp
http://www.traderview.com/tedbits/tedbits-Oct19-10.pdf
26 de OUTUBRO DE 2010
29 DE OUTUBRO DE 2010
Começou a III Guerra Mundial e ainda ninguem se apercebeu!!!!
Desta vez as armas são as DIVISAS!
"$4 trillion-a-day foreign-exchange market"
quase 7 % do PIB ANUAL DO PLANETA em troca diária de divisas...
Estão a destruir o sistema financeiro mundial... lá vai o ouro subir e MUITO
Every Man for Himself
Bloomberg says it's ‘Every Man for Himself’ on Currencies After G-20
Finance chiefs from South Korea to South Africa signaled they may act to slow gains in their currencies, just four days after the Group of 20 vowed to soothe trade tensions in the $4 trillion-a-day foreign-exchange market.
Asian currencies fell to a one-week low after Bank of Korea Governor Kim Choong Soo said today that measures to mitigate capital flows could be “useful.” Hours later, the rand dropped as South African Finance Minister Pravin Gordhan said his government will use part of higher-than-expected tax revenue to build foreign reserves as it attempts to weaken the currency.
The shifts suggest G-20 members will keep trying to defend their economies from the slide of the dollar and capital inflows even after the group promised Oct. 23 to refrain from “competitive devaluation” and to increasingly embrace market- determined currencies.
Bank Indonesia will “guard” the rupiah at its “fundamental” level of 8,900 to 9,300 against the dollar and buy foreign currencies to limit volatility, Governor Darmin Nasution said today. Bank Negara Malaysia Governor Zeti Akhtar Aziz told Bloomberg Television yesterday she favors a gradual strengthening of the ringgit.
More currency measures may be on the way. President Juan Manuel Santos has said Colombia may take additional steps this week to ease the peso’s rally and Chilean President Sebastian Pinera said Oct. 25 that his government plans to increase foreign investment limits for institutions.
Having already removed a 15 percent tax exemption for foreigners on income from domestic bonds, Thailand Finance Minister Korn Chatikavanij warned on Oct. 25 that regulators are “keeping an eye” on speculative inflows.
While he didn’t advocate action by European governments, Luxembourg Prime Minister Jean-Claude Juncker, who chairs the group of euro-area finance ministers, also said today the dollar is “undervalued” against the euro.
“Europe is the victim” of global currency policies, Juncker said at a conference in Frankfurt.
Everyone a Victim
It would be easy to mock Juncker but truth be known, everyone is a victim of Bernanke's misguided Quantitative Easing strategy and interest rate policies.
It's an international currency war says Brazil’s finance minister as noted in Pied Piper Politics; Krugman and Candle Makers Complain about the Sun; Global Trade Wars
2 de Novembro de 2010
Cá Dentro
Tanto tempo para o Acordo ficou a mais de 200milhões ao dia o Acordo do Orçamento de estado
Lá Fora
Problem, Reaction, Solution: “Crisis is an Opportunity”
In May of 2010, Dominique Strauss-Kahn, Managing Director of the IMF, stated that, “crisis is an opportunity,” and called for “a new global currency issued by a global central bank, with robust governance and institutional features,” and that the “global central bank could also serve as a lender of last resort.” However, he stated, “I fear we are still very far from that level of global collaboration.”[1] Well, perhaps not so far as it might seem.
The notion of global governance has taken an evolutionary path to the present day, with the principle global political and economic actors and institutions incrementally constructing the apparatus of a global government. In the modern world, global governance is an inter-lapping, intersecting, and intertwined web of international organizations, think tanks, multinational corporations, nations, NGOs, philanthropic foundations, military alliances, intelligence agencies, banks and interest groups. Globalization – a term which was popularized in the late 1980s to refer to the global spread of multinational corporations – has laid the principle ideological and institutional foundations for this process. Global social, economic and political integration do not occur at an equal pace; rather, economic integration and governance on a global level has and will continue to be ahead of the other sectors of human social interaction, in both the pace and degree of integration. In short, global economic governance will set the pace for social and political global governance to follow.
In 1885, Friedrich List, a German mercantilist economic theorist wrote that when it came to the integration of a “universal union or confederation of nations,” that “all examples which history can show are those in which the political union has led the way, and the commercial union has followed. Not a single instance can be adduced in which the latter has taken the lead, and the former has grown up from it.”[2] The twentieth century thus changed the historical trend, with undertaking economic integration – union – which is then followed by political integration. The best example of this is the European Union, which started out as a series of trade agreements (1951), eventually leading to an economic community (1957), followed by an economic union (1993), followed by a currency union (2002), and with the recent Lisbon Treaty, is now in the process of implementing the apparatus of a political union (2009). While this same regional governance model is occurring on a global scale in Africa, South America, East Asia, the Gulf Arab states, and with North American and Euro-American integration, it is simultaneously taking place on a global level. With the establishment of the World Trade Organization (WTO) in 1995, global trade systems were institutionally integrated, while the major global economic institutions of the IMF and World Bank, as well as others including the Bank for International Settlements (BIS), accelerated their management of the global economy.
The process of globalization has firmly established a globally integrated economic system, and now the global economic crisis is facilitating the implementation of global economic governance: to create the economic apparatus of a global government, including a global central bank and a global currency. This process is exponentially accelerated through economic crises, which create the need, desire, urgency and means of establishing a structure of global economic governance, purportedly under the guise of “preventing economic crises” and “maintaining” the global economy.
The same institutions and actors responsible for creating the crisis, are then given the job of determining the solution, and are then given the power and means of implementing it: problem, reaction, solution. They create a problem to incur a particular reaction for which they then propose a predetermined solution. When pressure needs to be applied to individual states that are not following dictates of the institutions of global governance, the market is turned against them in a barrage of economic warfare, often in the form of currency speculation and derivatives trading. The result of this economic warfare against a nation is that it must then turn to these same global institutions to come to its rescue: problem, reaction, solution.
The global economic crisis, really having only just begun, will in years to come spiral into a Great Global Debt Depression, plunging the entire world into the greatest economic catastrophe ever known. This will be the ultimate catalyst, the most pervasive crisis, and most commanding ‘opportunity’ to implement the formation of a global government. In 1988, the Economist ran an article entitled, “Get Ready for the Phoenix,” in which it postulated that by the year 2018, there will be a global currency, which it termed the “Phoenix.” The mention of a phoenix is not to go unnoticed, as symbolically, a phoenix dies and from its ashes a new phoenix emerges. It is the symbol of destruction as a form of creation; the ultimate incarnation of crisis as an opportunity. The article in the Economist acknowledged this meaning, with the idea that economic and monetary collapse will likely lead to the formation of a global currency, stating that, “several more big exchange-rate upsets, a few more stockmarket crashes and probably a slump or two will be needed before politicians are willing to face squarely up to that choice.” Further:
As time passes, the damage caused by currency instability is gradually going to mount; and the very trends that will make it mount are making the utopia of monetary union feasible... The phoenix would probably start as a cocktail of national currencies, just as the Special Drawing Right is today. In time, though, its value against national currencies would cease to matter, because people would choose it for its convenience and the stability of its purchasing power.[3]
This further reinforces the notion of crisis as an opportunity, and established the desire to form a global currency far before any crises that prompted official calls for one. In 2000, Paul Volcker, former Chairman of the Federal Reserve, stated that, “if we are to have a truly global economy, a single world currency makes sense,” and a European Central Bank executive stated that, “we might one day have a single world currency,” in “a step towards the ideal situation of a fully integrated world.”[4] In 1998, Jeffrey Garten, , former Undersecretary of Commerce for International Trade in the Clinton administration, former Managing Director at Lehman Brothers and member of the Council on Foreign Relations, wrote an article for the New York Times in which he called for the creation of a “global Fed” and said that, “the world needs an institution that has a hand on the economic rudder when the seas become stormy. It needs a global central bank.”[5]
The Global Economic Crisis As a Pretext for Global Governance
With the onset of the global economic crisis in 2008, powerful political and economic figures began making the call for constructing systems of global governance to manage and “prevent” crises. In September of 2008, in the midst of the financial crisis, Garten wrote an article for the Financial Times renewing his call for a global central bank, which he termed a “Global Monetary Authority.”[6] A month later, Garten wrote a piece for Newsweek saying that, “leaders should begin laying the groundwork for establishing a global central bank.”[7] In the same month, John Mack, CEO of Morgan Stanley said that, “it may take continued international coordination to fully unlock the credit markets and resolve the financial crisis, perhaps even by forming a new global body to oversee the process.”[8]
In October of 2008, then Prime Minister of the UK, Gordon Brown, called for “a new Bretton Woods – building a new international financial architecture for the years ahead,” and that he would want “to see the IMF reformed to become a ‘global central bank’ closely monitoring the international economy and financial system.”[9] In the same month, Brown wrote an op-ed for the Washington Post in which he said that this ‘new Bretton-Woods’ should work towards “global governance.”[10]
That month, the world’s central bankers met in Washington D.C., of which the principle question they faced was “whether it is time to establish a global economic ‘policeman’ to ensure the crash of 2008 can never be repeated,” and that any organization with the power to police the global economy would have to include representatives of every major country – a United Nations of economic regulation.” A former governor of the Bank of England stated that the answer might be in the form of the Bank for International Settlements (BIS), the central bank to the world’s central banks, which compared to the IMF, “is more independent and much better placed to deal with this if it is given the power to do so.”[11]
The first major summit of the G20 – the group of the 20 largest economies in the world – was in November of 2008, in the midst of the financial crisis. The G20 was to replace the G8 in the management of the global economy. The member nations are the United States, Canada, France, Germany, Italy, the United Kingdom, the European Union, Australia, Russia, Japan, South Korea, Turkey, Mexico, Indonesia, Saudi Arabia, Brazil, South Africa, Argentina, India and China. The World Bank and IMF also work directly with the G20, as does the Bank for International Settlements.
In March of 2009, Russia suggested that the G20 meeting in April should “consider the possibility of creating a supra-national reserve currency or a ‘super-reserve currency’,” and to consider the IMF’s Special Drawing Rights (SDRs) in this capacity.[12] A week later, China’s central bank governor proposed the creation of a global currency controlled by the IMF, replacing the US dollar as the world reserve currency, also using the IMF’s SDRs as the reserve currency basket against which all other currencies would be fixed.[13]
Days after this proposal, the US Treasury Secretary Timothy Geithner, former President of the New York Federal Reserve Bank, told the Council on Foreign Relations that, in response to a question about the Chinese proposal, “we're actually quite open to that suggestion. But you should think of it as rather evolutionary, building on the current architectures, than -- rather than -- rather than moving us to global monetary union.”[14]
In late March a UN panel of economists recommended the creation of a new global currency reserve that would replace the US-dollar, and that it would be an “independently administered reserve currency.”[15]
Following the April 2009 G20 summit, “plans were announced for implementing the creation of a new global currency to replace the US dollar’s role as the world reserve currency.” Point 19 of the communiqué released by the G20 at the end of the Summit stated, “We have agreed to support a general SDR allocation which will inject $250bn (£170bn) into the world economy and increase global liquidity.” SDRs, or Special Drawing Rights, are “a synthetic paper currency issued by the International Monetary Fund.” As the Telegraph reported, “the G20 leaders have activated the IMF's power to create money and begin global ‘quantitative easing’. In doing so, they are putting a de facto world currency into play. It is outside the control of any sovereign body.”[16] The Washington Post reported that the IMF is poised to transform “into a veritable United Nations for the global economy”:
It would have vastly expanded authority to act as a global banker to governments rich and poor. And with more flexibility to effectively print its own money, it would have the ability to inject liquidity into global markets in a way once limited to major central banks, including the U.S. Federal Reserve... the IMF is all but certain to take a central role in managing the world economy. As a result, Washington is poised to become the power center for global financial policy, much as the United Nations has long made New York the world center for diplomacy.[17]
In April of 2010, the IMF released a report in which it explained that while SDRs will aid in ‘stabilizing’ the world economy, “a more ambitious reform option would be to build on the previous ideas and develop, over time, a global currency,” but that this is “unlikely to materialize in the foreseeable future absent a dramatic shift in appetite for international cooperation.”[18] Of course, the exacerbation of a global economic crisis – a new great depression – could spur such a “dramatic shift in appetite for international cooperation.”
While the IMF is pushed to the forefront of the global currency agenda, the Bank for International Settlements (BIS) remains as the true authority in terms of ‘global governance’ overall. As the IMF’s magazine, Finance and Development, stated in 2009, “the Bank for International Settlements (BIS), established in 1930, is the central and the oldest focal point for coordination of global governance arrangements.”[19] Jean-Claude Trichet, President of the European Central Bank (ECB), gave a speech at the Council on Foreign Relations in April of 2010 in which he explained that, “the significant transformation of global governance that we are engineering today is illustrated by three examples”:
First, the emergence of the G20 as the prime group for global economic governance at the level of ministers, governors and heads of state or government. Second, the establishment of the Global Economy Meeting of central bank governors under the auspices of the BIS as the prime group for the governance of central bank cooperation. And third, the extension of
Financial Stability Board membership to include all the systemic emerging market economies.[20]
In concluding his speech, Trichet emphasized that, “global governance is of the essence to improve decisively the resilience of the global financial system.”[21] The following month, Trichet spoke at the Bank of Korea, where he said, “central bank cooperation is part of a more general trend that is reshaping global governance, and which has been spurred by the global financial crisis,” and that, “it is therefore not surprising that the crisis has led to even better recognition of their increased economic importance and need for full integration into global governance.” Once again, Trichet identified the BIS and its “various fora” – such as the Global Economy Meeting and the Financial Stability Board – as the “main channel” for central bank cooperation.[22]
The Great Global Debt Depression
As commentators and governments praised the ‘economic recovery’, the world entered into a massive global debt crisis, a veritable ‘Great Global Debt Depression,’ in which the major industrialized nations of the world, having taken on excessive debts due to bailouts, stimulus packages and decades of imperial expenditures and war-mongering. The debt trap used to enslave the ‘global south’ has come home to roost. The first stage of the ‘Great Global Debt Depression’ began in Greece, where the country was so indebted that it needed to seek help in the form of an IMF ‘bailout’ simply to pay the interest on its debt. For nearly a decade, Greece’s government colluded with major Wall Street firms such as Goldman Sachs and J.P. Morgan Chase to hide its true debt in the derivatives market, so when a new government came to power in October of 2009, it inherited a debt twice as large as it had anticipated, at 300 billion euros.[23]
In early 2010, Greece sought a bailout from the European Union (European Central Bank – ECB) and the IMF in order to pay the annual interest fee on its debt. The ECB and IMF agreed to a loan in April.[24] Greece, however, had been pressured by both the EU and the IMF that in order to receive a loan, it must implement “fiscal austerity measures” in order to reduce its deficit, and also to convince “global markets” that it could reduce its deficit. Greece had implemented two austerity packages that included massive social spending cuts and increases in taxes. Yet, this seemed to not be enough for the EU, IMF or global markets.[25] As Greece was imposing ‘fiscal austerity’ and seeking international loans, ‘global markets’ had turned against the country, as derivatives – particularly Credit Default Swaps (CDS) – were being used to bet that Greece would default on its debt, thus plunging the country further into crisis. Many of the banks participating in this speculative assault were the very same ones that helped Greece hide its debt in the first place. Thus, if Greece defaults on its debt, the speculators who bet against Greece stand to profit, and as these trades become popular, it makes it more difficult for Greece to borrow the money it needs to pay its interest. As one expert explained, “It’s like buying fire insurance on your neighbor’s house — you create an incentive to burn down the house.”[26]
J.P. Morgan Chase, Goldman Sachs, and several other leading banks helped hide the debt for several nations across Europe, which all began to enter into a debt crisis.[27] Interestingly, banks rapidly expanded their use of the derivatives trade not only in Greece, but Spain and Portugal as well, “as worries about those countries’ debts moved markets around the world.” Subsequently, “European banks including the Swiss giants Credit Suisse and UBS, France’s Société Générale and BNP Paribas and Deutsche Bank of Germany have been among the heaviest buyers of swaps insurance.” The reason for this: “those countries are the most exposed. French banks hold $75.4 billion worth of Greek debt, followed by Swiss institutions, at $64 billion,” and “German banks’ exposure stands at $43.2 billion.”[28] J.P. Morgan Chase, Goldman Sachs, and other US banks are also participating in the derivatives assault against Greece, which may be “pushing Greece toward financial collapse.”[29] Thus, we have a situation in which major global banks helped governments acquire expansive debts (and hide it from their balance sheets), and then the countries enter into a debt crisis. As they impose fiscal austerity measures to reduce their deficits, and seek help from central banks and the IMF to pay their interest, these same global banks speculate against the debts, thus pushing the nations further into crisis, exacerbating the social crisis, and forcing further and more expansive ‘austerity measures.’ The interest payments on the debt are, as an added insult, to be paid to these same global banks, which hold most of the debt of these nations. In short, the debt crisis is amounting to a form of financial warfare and social genocide, implemented by the major global banks, the central banking system (which they control), and the international organizations that serve their interests.
A working paper issued by the Bank for International Settlements (BIS) in March of 2010 explained that the West is facing a massive debt crisis, and that the United Kingdom and United States – along with other nations such as Spain and Ireland – took on massive debt in the past three years, making the debt crises in Italy and Greece “comparatively small.”[30] Further, investors are expected “to demand a higher risk premium for holding the bonds issued by a highly indebted country.”[31] In other words, the BIS warned that speculators would likely undertake a ‘market’ assault against indebted nations, further exacerbating the debt crisis and increasing pressure to impose ‘fiscal austerity’, or commit ‘social genocide’. In September of 2009, the derivatives market had rebounded to $426 trillion, and continued to pose “major systemic risks” for the financial system.[32]
Nouriel Roubini, an economist who had predicted the 2008 financial crisis, warned in March of 2010 that, “the recent difficulties of Greece are part of the iceberg. Markets have already targeted Greece, Spain, Portugal, Great Britain, Ireland and Iceland. They could deal with other countries, including Japan and the United States.”[33] Renowned economist Kenneth Rogoff (who accurately predicted the 2008 economic crisis) had also warned that a global debt crisis is on the horizon, which “could set the scene for years of financial troubles.”[34]
In 2010, the World Economic Forum warned of the potential of a “full-scale sovereign fiscal crisis” – a global debt crisis – possibly accompanied by a second major financial crisis.[35] Jürgen Stark, an executive member of the European Central Bank warned in April of 2010 that, “We may already have entered into the next phase of the crisis: a sovereign debt crisis,” which could spread across the EU, to the U.K., United States, and Japan.[36] Economic historian (and Bilderberg participant) Niall Ferguson warned of a “Greek Crisis Coming to America,” and a “fiscal crisis of the western world,” which will spread from Greece, throughout Europe, and to the U.S. and Japan.[37]
Structural Adjustment in the West
As the nations of the West took on enormous debts by giving the banks money (effectively buying the bad debt of the banks), and with decades of imperialism building massive foreign debts, the West and notably America, are entering into a period in which they will be subjected to the same or similar forms of ‘structural adjustment’ as they have inflicted upon the rest of the world. With the G20 promising to impose “fiscal austerity,” public sector jobs will be lost, state-owned assets and infrastructure privatized, taxes raised, interest rates will soar (eventually), and liberalized markets will be expanded and institutionalized, not least so that major global banks will be able to profit off of the subsequent collapse of nations through the financial weapon of speculation. The middle classes will vanish and poverty will reign supreme, while the rich become immeasurably richer and more powerful. Naturally, people will rise up, take to the streets, protest, demonstrate, riot, even rebel and revolt. As sure as the people will resist, the state will repress with police, the military and the ‘Homeland Security State’ apparatus of surveillance and control. Make no mistake: this is the ‘Thirdworldization’ of the West: the ‘Post-Industrial Revolution.’
In early June of 2010, the G20 finance ministers and central bank governors met in Seoul, South Korea, in a meeting with significantly less media coverage than the later G20 leaders summit in Toronto, and significantly more importance to the state of the world economy. The communiqué released by the finance minister and central bankers following the summit stated that G20 nations needed to speed up the process of “fiscal consolidation” (see ‘fiscal austerity’).[38] The IMF presented a report at the meeting recommending the adoption of “adjustment policies” to presumably aid in economic growth.[39] There was no mention, however, of how similar “adjustment policies” failed to deliver growth to the developing world over the previous 30 years, and in fact, spread poverty and economic despair instead.
After the G20 leaders meeting in late June of 2010, leaders of the world’s largest economies agreed on a timetable to impose ‘fiscal austerity’ measures to cut their deficits and halt the growth of their debts. The plan entailed cutting deficits in half by 2013.[40] In June, Germany had announced massive austerity cuts to spending, spurring protests in the streets.[41] Simon Johnson, former Chief Economist at the IMF, stated that fiscal austerity would likely result in “exacerbating developing world-type problems in the United States – and to creating the conditions for another financial crisis.”[42] The chief economist of the major global bank HSBC, stated in May of 2010 that, “at the very least, governments need to pursue a multi-year period of fiscal austerity,” and ultimately, “fiscal positions will become intolerable politically, economically and financially.”[43]
Fiscal austerity will imply massive cuts in social spending, which will do to the developed world what they did to the ‘developing’ world: health, education and social services will be cut, with public employees in those and other sectors fired, creating a massive new wave of unemployed people. Simultaneously, taxes will be dramatically increased, particularly on the middle and lower classes, which would then be more impoverished than ever before. However, fiscal austerity is not the only condition of “structural adjustment,” as many other measures will be taken, advancing on current trends, including further expanding and institutionalizing trade liberalization, as well as selling off public assets in major privatization schemes. Since the West largely privatized all the state-owned industries in the dawn of the neoliberal era, the remaining areas of privatization are largely in infrastructure projects such as roads, airports and ports. However, in America, this will be undertaken by individual states and cities desperate for cash and ‘investment’. Thomas Osborne, head of infrastructure and privatization at UBS bank, said in May of 2009 that, “privatization will eventually take hold,” but it will be done in “a more incremental approach.”[44]
In September of 2010, the Chicago Council on Global Affairs released a report on infrastructure privatization. The Council represents and is run by various officials from J.P. Morgan Chase & Co., CME Group (the world’s largest derivatives exchange), the Federal Reserve Bank of Chicago, Bank One Corporation, McKinsey and Company, Goldman Sachs, Boeing, Northern Trust, United Airlines, the Chicago Board of Trade, and a host of other corporate, financial and banking interests, and the board even includes the First Lady, Michelle Obama.[45] In the report sponsored by the Chicago Council, it stated that, “the trend toward infrastructure privatization is happening not just in the United States, but globally.”[46] Ultimately, the report found that, “financial realities mean that the privatization of infrastructure will continue.”[47] In defining infrastructure, the report identified roads, bridges, port facilities, water treatment plants, electric transmission lines, and railways, as well as hospitals, prisons, “and other communal assets that serve the public interest.”[48]
On this note, sovereign wealth funds (SWFs) from around the world are buying up American infrastructure. Sovereign wealth funds are state-owned investment funds of stocks, bonds, financial assets, resources and property. Some of the world’s largest SWFs are those of the United Arab Emirates, Saudi Arabia, Norway, China, South Korea, Kuwait, and Russia. As the “recovery” edges into the oblivion of the Great Global Debt Depression, SWFs are buying up American infrastructure, including:
A toll highway in Indiana. The Chicago Skyway. A stretch of highway in Florida. Parking meters in Nashville, Pittsburgh, Los Angeles, and other cities. A port in Virginia. And a whole bevy of Californian public infrastructure projects, all either already leased or set to be leased for fifty or seventy-five years or more in exchange for one-off lump sum payments of a few billion bucks at best, usually just to help patch a hole or two in a single budget year.
America is quite literally for sale, at rock-bottom prices, and the buyers increasingly are the very people who scored big in the oil bubble. Thanks to Goldman Sachs and Morgan Stanley and the other investment banks that artificially jacked up the price of gasoline over the course of the last decade, Americans delivered a lot of their excess cash into the coffers of sovereign wealth funds like the Qatar Investment Authority, the Libyan Investment Authority, Saudi Arabia's SAMA Foreign Holdings, and the UAE's Abu Dhabi Investment Authority.[49]
This process is also underway in Canada, as the Ontario government in 2009 considered selling off “all or part” of its Crown corporations to reduce the provincial deficit, and it hired CIBC and Goldman Sachs to write a blueprint for possible privatizations.[50] Further, there are increased calls – globally – for advancing the agenda of the privatization of water, a scheme which the World Bank has pushed on several countries around the world, resulting in enormous costs – in economic, political and social terms – to the poorest people, and enormous profits for the handful of global water conglomerates. Organized around the International Water Association and the World Water Council, the major water conglomerates, the World Bank and the UN have been promoting water privatization schemes across the ‘developing’ world and increasingly within the West as a means to ‘solving’ the world water crisis. As we have seen, however, from the cases of water privatization in places like Bolivia, South Africa, El Salvador, and several others, it is the poor who suffer the most, and it will be the same whether it is in Angola or America.
Debt Slavery
While nations of the West begin to impose fiscal austerity on their populations and social structures, the harsh effects will come with time, as nations have maintained extremely low interest rates, thus keeping the ‘cost’ of money cheap. However, as the Bank for International Settlements (BIS) report of June 2010 stated, “both fiscal and monetary policy may have to be tightened at the same time.” This means that, according to the BIS, interest rates must rise along with fiscal austerity measures. It was, lest we forget, the extremely high interest rates in the late 70s and early 80s that set off the 1980s debt crisis, as nations with large foreign debts could no longer afford to pay their annual interest payments, thus needing to turn to the IMF and World Bank for ‘assistance’ in the form of ‘structural adjustment programs’. The massive stimulus spending and bailouts will create the likely scenario of causing inflation, making prices rise dramatically. To fight inflation, nations can raise interest rates, which then make the currency more expensive, and thus, reduces the rates of inflation.
As central banks around the world injected billions and trillions of dollars into the financial system, they kept interest rates extremely low in order to encourage the flow of money. In the 2009 annual report of the BIS, it warned that this policy could create massive inflation, so interest rates will have to be raised eventually. The major question is ‘when’ they will rise; if it’s too late, inflation could get out of control, if it’s too early, it could destroy the ‘recovery.’[51] So as the 2010 annual report of the BIS calls for simultaneous fiscal and monetary tightening, this could be potentially disastrous, possibly “pushing the global economy into depression.”[52] The effect of high interest rates, while potentially decreasing the rate of inflation, will increase the cost of the annual debt payments nations must make, thus exacerbating and feeding the ‘fiscal austerity’ measures imposed to reduce spending. This would reverberate onto the average person, as interest rates on all debts, including their personal debts would also increase. While fiscal austerity will increase taxes, increase poverty, and deconstruct the middle class, high interest rates would bleed them dry. However, inflation itself acts as a hidden tax, increasing the cost of consumer goods such as food and fuel, as the currency depreciates in value. This is also a major cost to the vanishing middle class. It seems that either way, the average person is in the crosshairs of a system of economic terrorism. It’s the epitome of a ‘Catch-22’; you’re damned if you do, and you’re damned if you don’t.
Raising interest rates during a time of fiscal austerity, however, is particularly destructive to the average person. Notably, “fiscal and monetary tightening were tried in tandem in the early 1930s and it didn't work then.”[53] In other words, it helped plunge the world into the Great Depression. Today, however, it would be significantly worse, as now we have the reality of mortgages, credit card debt, derivatives, student debt, etc. These things did not exist at the onset of the Great Depression, so today it would result in the ‘Greatest Depression.’ It’s a debt trap, and everyone is caught in it. If states don’t raise interest rates, the ‘market’ may turn against them, as major global banks, hedge funds and currency speculators may ‘lose confidence’ in a nation’s currency, and flee the currency, thus plunging it in value, leading to potentially hyperinflation (as was experienced in Weimar Germany and Zimbabwe), which also has the effect of devastating a nation and plundering the wealth of its people.
While increasing interest rates is done in the name of reducing the debt at a quicker pace, it ultimately has the opposite effect. It essentially creates a condition in which a nation is permanently indebted, and the cumulative debt increases annually. This occurs due to a nation struggling to pay its annual interest on the debt, and so it seeks the ‘assistance’ of the IMF and international creditors to provide a quick loan to the country to pay the interest. The IMF provides a loan, which is instantly redirected to pay the creditors, and the loan amount that the IMF provided is then added to the overall national debt. Thus, rising interest rates will increase the annual interest payments, because the debt itself has enlarged. The nation will need the ‘assistance’ of another loan – more debt – to pay interest on its overall debt, which then continues to rise. This is how the nations of the ‘Third World’ became so indebted: accumulating more debt to pay interest on old debt, which then creates new debt, requiring more debt to pay the interest on the accumulated debt, and on and on and on. Meanwhile, the ‘structural adjustment programs’ (SAPs) were implemented under the ‘conditions’ of IMF and World Bank loans and ‘assistance’ to deconstruct the social foundations of a nation, eliminate the middle class and exacerbate poverty, presumably in order to help reduce the deficit. This now appears to be the fate of the ‘First World’ industrialized nations. While the BIS annual report called for increasing interest rates, an internal working paper written by the Chief Economist of the BIS in March of 2010 warned that, “fighting rising inflation by tightening monetary policy would not work, as an increase in interest rates would lead to higher interest payments on public debt, leading to higher debt.”[54]
Ultimately, talk about whether or not to increase interest rates, and how to impose fiscal austerity are misleading. This is because these discussions operate on the basis that these debts are legitimate. The legal doctrine of ‘odious debt’ stipulates that sovereign debt incurred without the consent of the people and not benefiting the people is odious and should not be transferable to a successor government. In other words, if a debt doesn’t benefit the people, it’s illegitimate and should not be repaid. If this principle was applied to the ‘Third World’, it could be safely said that the IMF, World Bank, and Western nations would effectively lose their control of the global south. It is through the mechanism of debt that modern imperialism functions most effectively. Naturally, the correct economic path to take for an actual recovery would be to declare all these major debts illegitimate – of the ‘Third World’, and of the Western world – as the debts of the West were incurred from financing foreign imperial adventures, and the debt of the ‘rest’ is the result of that imperialism.
Through the economic crisis, the debts incurred were largely done so in terms of buying the bad debts of the banks that created the crisis, thus, they too are illegitimate. Even the ‘stimulus’ money was indebted in order to solve a financial crisis created by a corrupt minority around the world. Credit card debts and student debts exacerbate poverty, and if there are no jobs for students in a broken economy, their debt is illegitimate. Since credit card debt was incurred to finance consumption and allow people to live beyond their means, there is a notion of responsibility on the part of the debtor, however, because credit card companies target the indebted and have essentially ‘captured’ the middle class, and now they must pay through their own impoverishment, people have been misled, and the debt ultimately did not benefit them; thus, it too is illegitimate. If our governments, the banks, the corporations and all creditors have colluded together to seek personal profit and gain, while impoverishing us and the rest of the world in the process, all the world’s debts to these institutions, actors and nations is odious and should not be repaid. Taking this stance, however, would not get you far in the world of economics or politics, as you would be advocating for the end of financial, economic, social and political imperialism and power structures; not a particularly popular position from the perspective of the powerful.
So the debates and discussions will rage on; when to raise interest rates, how to impose fiscal austerity, how to create ‘recovery’; all the while global political and economic institutions, states and actors will be working to impoverish you and destroy the foundations of society upon which you stand.
Third World America
As a further indication of the coming ‘third world’ status of America, in June of 2008, in the midst of the financial crisis, the United States Federal Reserve was audited by the IMF for the first time in history. As part of the investigation, “the Fed, the Securities and Exchange Commission (SEC), the major investment banks, mortgage banks and hedge funds will be asked to hand over confidential documents to the IMF team.”[55]
Simon Johnson, former Chief Economist at the IMF, wrote an article in May of 2009 explaining that the problem with most third world nations (“emerging market economies”) is that the governments are so closely tight-knit with the corporate and banking elite that they form a financial oligarchy, and that this is essentially the same problem in the United States. He wrote that, “the finance industry has effectively captured our government,” and “recovery will fail unless we break the financial oligarchy that is blocking essential reform.”[56]
In March of 2009, an article appeared in the Washington Post written by Desmond Lachman, a fellow at the American Enterprise Institute, a previous emerging market strategist at Salomon Smith Barney and deputy director of the IMF’s Policy and Review Department, in which he referred to America as the “world’s scariest emerging market.” In other words, America resembles a third world debtor nation, from its corrupt banking elite, to the inept political class, and a massive foreign debt, America “is coming to resemble Argentina, Russia and other so-called emerging markets, both in what led us to the crisis, and in how we're trying to fix it.”[57]
Towns, cities, and states across America are resorting to drastic actions to reduce their debts, such as closing fire stations, scaling back trash collection, turning off street lights, ending bus services and public transportation, cutting back on library hours or closing them altogether, school districts cutting down the school day, week or year, and it was reported in September of 2010 that “local governments will eliminate roughly half a million employees in the next fiscal year, with public safety, public works, public health, social services, and parks and recreation hardest hit by the cutbacks.” Simultaneously, this is occurring with a dramatic increase in the rate of privatizations or “public-private partnerships” in which even libraries are being privatized.[58]
Structural Adjustment and “Social Explosion”
The imposition of ‘structural adjustment’ in the ‘Third World’ resulted in an explosion of social unrest, as the rural poor, the urban poor, and the urban middle class would come together to protest these policies,[59] and “between 1976 and 1992 there were 146 protests against IMF-supported austerity measures in 39 countries around the world. These took the form of political demonstrations, strikes and riots.”[60] As “fiscal austerity” and ‘structural adjustment’ are imposed on the West, we can expect the same results to occur. In fact, this process has already begun.
At the onset of the global economic crisis in 2008, the IMF warned that governments of the west could see “violent unrest on the streets,” as “violent protests could break out in countries worldwide if the financial system was not restructured to benefit everyone rather than a small elite.”[61] A cynical statement of the IMF, considering it is one of the central institutions that supports and upholds the interests of that “small elite.” In early 2009, Eastern Europe was already experiencing social unrest in opposition to austerity packages, and Latvia experienced the largest protests since the mass rallies against Soviet rule in the late 1980s.[62]
Similar tensions were felt across Western Europe throughout 2009, notably in France where massive strikes and protests were taking place, and several commentators were saying that civil unrest in places like Iceland and Eastern Europe were “a sign of things to come: a new age of rebellion.”[63] On May 1, 2009, major protests and riots broke out in Germany, Greece, Turkey, France and Austria, and there were further protests and riots that broke out in Russia, Italy, Spain, and some politicians were even discussing the threat of revolution.[64] In February of 2009, Dennis Blair, the Director of National Intelligence in the newly formed Obama administration (the highest intelligence position in the country), told the U.S. Congress what constituted the major ‘national security’ threats to the United States, explaining that the ‘economic crisis’ is a greater threat than terrorism:
I’d like to begin with the global economic crisis, because it already looms as the most serious one in decades, if not in centuries... Economic crises increase the risk of regime-threatening instability if they are prolonged for a one- or two-year period... And instability can loosen the fragile hold that many developing countries have on law and order, which can spill out in dangerous ways into the international community.[65]
In the same month, the highest-ranking general in the United States, Adm. Michael Mullen, Chairman of the Joint Chiefs of Staff, ranked “the financial crisis as a higher priority and greater risk to security than current wars in Iraq and Afghanistan.” He explained, “It's a global crisis. And as that impacts security issues, or feeds greater instability, I think it will impact on our national security in ways that we quite haven't figured out yet.”[66] Again, in the same month, the head of the World Trade Organization (WTO) warned that, “the global economic crisis could trigger political unrest equal to that seen during the 1930s.” He elaborated, “the crisis today is spreading even faster (than the Great Depression) and affects more countries at the same time.”[67]
In February of 2009, renowned economic historian and Harvard professor, Niall Ferguson, predicted a “prolonged financial hardship, even civil war, before the ‘Great Recession' ends,” and that, “the global crisis is far from over, [it] has only just begun.” He elaborated:
There will be blood, in the sense that a crisis of this magnitude is bound to increase political as well as economic [conflict]. It is bound to destabilize some countries. It will cause civil wars to break out, that have been dormant. It will topple governments that were moderate and bring in governments that are extreme. These things are pretty predictable.[68]
In May of 2009, the head of the World Bank warned that, “the global economic crisis could lead to serious social upheaval,” as “there is a risk of a serious human and social crisis with very serious political implications.”[69] Zbigniew Brzezinski, former National Security Adviser, co-founder of the Trilateral Commission and a key architect of ‘globalization’ warned that, “There's going to be growing conflict between the classes and if people are unemployed and really hurting, hell, there could be even riots!”[70]
In December of 2009, Moody’s – one of the world’s major credit ratings agencies – warned that “future tax rises and spending cuts could trigger social unrest in a range of countries from the developing to the developed world,” resulting in “political and social tension.”[71] In March of 2010, Moody’s warned that the U.S., U.K., Germany, France, Spain and other Western nations could likely see “social unrest” as a result of imposing ‘fiscal austerity’, which “will test social cohesion.”[72]
An article in the Financial Times in May of 2010 warned of the emergence of “an age of rage,” in which the initial shock of an economic downturn subsides, and social unrest emerges, as there is usually a lag between an economic collapse and “social fury,” and that it will ultimately be “a test of the strength of democratic institutions in a time of extreme fiscal stress.”[73]
In September of 2010, the IMF chief Dominique Strauss-Kahn said that America and Europe, in the midst of the worst jobs crisis since the Great Depression, face an “explosion of social unrest.” Speaking at the summit of the International Labour Federation, Strauss-Kahn stated, “the labour market is in dire straits. The Great Recession has left behind a waste land of unemployment,” and that, “the Great Recession has left gaping wounds. High and long-lasting unemployment represents a risk to the stability of existing democracies.” The Chief Economist of the IMF, Olivier Blanchard, explained that, “long-term unemployment is alarmingly high: in the US, half the unemployed have been out of work for over six months, something we have not seen since the Great Depression.”[74]
On September 29, 2010, massive protests took place across Europe against the austerity measures being imposed by European governments, with a general strike called in Spain, virtually shutting down Spain’s transportation system. Further, roughly 100,000 protesters “staged the biggest Brussels march in a decade and riot police barricaded EU headquarters as marchers from 30 countries joined the backlash against brutal spending cuts.”[75]
These protests continued throughout October of 2010, particularly in France, where millions of people went on strike, protested, and in some cases, rioted against President Sarkozy’s fiscal austerity plans, turning him into the most unpopular president in more than 50 years.[76]
The G20 Korea Summit
To further accelerate the process of global economic governance, it is essential for the principle economic institutions and powers to integrate China fully into this system. China is already a signatory to the World Trade Organization, having opened up its banking sector to foreign investment, with its economy fully integrated with and largely dependent upon the West, it is pivotal to include China in the system of global governance. China is represented in the Bank for International Settlements (BIS), which the IMF referred to as “the central and the oldest focal point for coordination of global governance arrangements.”[77] The board of directors of the BIS has 19 members, comprising the Governors of the central banks of Belgium, France, Germany, Italy and the United Kingdom and the Chairman of the Board of Governors of the US Federal Reserve System, as well as the Governors of the central banks of Brazil, Canada, China, Japan, the Netherlands, Sweden and Switzerland and the President of the ECB (European Central Bank). China is also represented in the G20, of which the President of the European Central Bank, Jean-Claude Trichet, referred to as “the prime group for global economic governance at the level of ministers, governors and heads of state or government.”[78] In 2009, China and India were invited as official members of the Trilateral Commission,[79] an international think tank created by David Rockefeller and Zbigniew Brzezinski in 1973 with the aim of creating a “community of industrial nations” comprising Western Europe, North America and Japan, essentially with the aim of managing the process of globalization.
In November of 2010, the G20 is to be hosted by South Korea, where they will meet to again advance the process of global governance and global social genocide. Prior to the official meeting of heads of state, a much more important preliminary meeting took place between the finance ministers and central bank governors of the G20 nations. This took place in late October of 2010 in Seoul, South Korea, at a time when the world is immersed in a global currency war. The currency war involves several major nations, from America, to Brazil and China, seeking to depreciate their currency in order to make exports more attractive, so their central banks (all of which cooperate on global governance at the BIS), buy and sell each others’ currencies, attempting to decrease the value of their own currency while increasing the value of competitor currencies. In short, it’s a race to the bottom. To convince China to appreciate its currency, incentives must be given. If China is to be following the dictates of the global financial powers, its economic weight in the world demands that China be better represented and more involved in the governance of these institutions. This means that if China is being integrated into a system of global governance, it must be invited to the management table.
The G20 agreed on implementing an historic reform in the IMF, where for the first time since its creation in 1944, the management structure of the IMF has been [slightly] altered. The significance is that European countries have agreed to give up two of their seats on the 24-member executive board, making room for China and India, and more than 6 per cent of IMF voting power will be transferred to underrepresented countries at the fund. As the Financial Times reported:
After the changes take effect, Brazil, Russia, India and China will be all included in the fund’s 10 biggest shareholders. The US, with a 17.67 per cent share of IMF quotas, will retain its veto power for the fund’s key decisions as they will continue to require a super-majority of 85 per cent.[80]
This is important to note as it clearly indicates that America still remains the ‘Godfather’ of the global financial system. The IMF requires 85% of voters to agree on any changes or decisions, and since the U.S. has 17.67% of the shares, if the U.S. votes against anything, the IMF cannot go forward, giving the U.S. veto power over the IMF. Yet these changes still represent an incremental effort to bring China within this system of global governance. At the same time, a top Chinese banker stated that, “the yuan should be included in the basket of currencies that constitute the International Monetary Fund's Special Drawing Rights.”[81] This would give China a more direct stake in the formation of a global currency, of which its central bank governor is already a firm supporter.
Conclusion
Herman Von Rompuy became President of the European Union in 2009, a new position established by the Lisbon Treaty passed the same year. Rompuy was selected as President following his attendance at a meeting of the Bilderberg Group.[82] Shortly after being given the position, Von Rompuy gave a speech in which he declared that 2009 is “the first year of global governance.”[83] As Denis Healey, a founding member and former member of the Steering Committee of the Bilderberg Group for over 30 years, stated in 2001, “To say we were striving for a one-world government is exaggerated, but not wholly unfair. Those of us in Bilderberg felt we couldn't go on forever fighting one another for nothing and killing people and rendering millions homeless. So we felt that a single community throughout the world would be a good thing.”[84]
So while institutions and organizations of global governance continue to grant themselves more power and expand their control and authority over the world, the people of the world must wake up to this process and seek to stem and stall its advancement. A global government would represent the people of the world even less than they are already not represented through their national governments. Institutions of global governance are totally unaccountable to the people, totally undemocratic, and are inherently totalitarian. As Gideon Rachman wrote for the Financial Times in December of 2008, “for the first time in my life, I think the formation of some sort of world government is plausible.” While articulating the need for a global government, modeling it on the European Union “going global,” he examined the setbacks that the EU had in this process, suggesting the same is likely in the process for global government. Specifically, he identified that whenever the people were involved in the process, they would act to stall or reject the process of integration. Thus, Rachman concluded, the European Union “has progressed fastest when far-reaching deals have been agreed by technocrats and politicians – and then pushed through without direct reference to the voters. International governance tends to be effective, only when it is anti-democratic.”[85] In other words, if we want global governance, we must kill democracy in the process.
What this implies then, is that the people have the potential to prevent this process from taking place, but only if they become directly involved in rejecting it. This means that people’s movements need to stop recognizing the legitimacy of these international organizations and institutions, complaining only that they are not included in discussions, and instead demand that they be dismantled altogether in favour of forming new governance arrangements – political, economic and social – that actively represent and empower the people over the entrenched powers. This is no simple task, in fact, it is likely the greatest, most monumental and challenging task that has ever faced humanity. So it seems necessary that the people not waste their time, not waste their votes, voices, or ideas, and work together to promote true progressive and humane change. There is hope in humanity yet, but so long as we allow the powerful to accumulate more power for themselves, we cannot expect things to get better for the majority. We must take advantage of our freedoms in order to fight for and preserve them. We can either be free thinkers, directing the course of our own lives, or we can be slaves to bankers.
17 de Novembro de 2010
Uma das coisas mais aborrecidas dos ultimos dias têm sido os profetas da Desgraça, especialmente os meios de comunicação. Cada vez mais precisamos de soluções e não de opiniões.
Hoje tenho a certeza que esta crise acaba após alguma restruturação e uma das unicas soluções passa por perdão de divida aos Paises muito endividados... é uma questão de tempo...
Deveria de existir uma chamada nacional para a politica em Portugal (a verdadeira), pessoas com valor, Pais de familia (não interessa o curso ou o titulo) pessoas que considerem a politica uma causa NOBRE e não uma forma de se orientarem...
Nós temos BONS politicos, são é poucos e sempre criticados pelo bem e pelo mal.
Não existe justiça que funcione, a nossa educação é uma miséria, a burocracia é um terrivel inferno...
Apareça coragem para acabar com a VERGONHA NACIONAL em algumas AUTARQUIAS que são um massacre de jovens empresários...
Empresas municipais ... Acordem... ou criem o Ministério da Corrupção...
4500 freguesias porque razão?
Parlamento porque razão 75% (aproximado)de advogados???
Só existe uma pessoa em Portugal a encher o Pais e os empresários de coragem e todos os outros a preparar o enterro da NAÇÃO...
Repitam nos meios de comunicação os bons exemplos da sociedade, jovens empresários, atletas, mecenas, e todos os que realmente mereçem... não interessa se só têm a quarta classe...
Respeitem os bancos para os Bancos respeitarem a sociedade... Se os mesmos forem solidos tambem a sociedade o será...
Devemos ser Homens na Rua e não pactuar com a violência das escolas, sociedade e instituições...
A mudança passa por NÓS
22 de Novembro de 2010
A carapuça serve a ...
in "O Triângulo do Saber"
Verifica-se, que uma parte substancial da nossa sociedade se julga capaz de sentenciar sobre gravíssimos problemas e que todos aspiram a subir rapidamente na escala social.
Tal facto não seria grave, se não constatasse igualmente que poucos no entanto, se preparam com honestidade para os desafios, aceitando a ascese, quase sempre dolorosa, de uma aprendizagem demorada e séria que não pode muitas vezes ser levada a cabo senão à custa de renúncias muito pesadas.
O amor da verdade é cada vez mais substituído pela preocupação do útil, o gosto do saber cada vez mais substituído pelo frenesi do êxito.
Chegar depressa - eis hoje o objectivo!
Napoleão referia sobre esta matéria que "não há maior imoralidade, que alguém desempenhar um cargo que não conhece".
18 de Dezembro de 2010
CRISE NA EUROPA
Pela primeira vez verifico que o TEMPO está a ser o maior inimigo nesta crise financeira e continuamos a contaminar as outras areas.
Deviamos ser Pro activos e não reactivos isso está a destruir a EUROPA, onde o Euro só faz sentido em Paises com estrutura semelhante.
Como corrigir a Insolvência?
Como resolver os problemas das folhas de balanço?
Ser PRO ACTIVO E NÃO REACTIVO!
29 de Dezembro de 2010
OPINIÃO De Avelino de Jesus
3 de Junho de 2011
Ao mesmo tempo, o número dos membros do corpo mais bem preparado da população - os equipados com o grau de doutor - registou um aumento notável. Aproveitar adequadamente este formidável activo é um dos principais desafios das políticas públicas.
Nenhum objectivo, se conseguido, terá maior retorno do que o de levar uma parte relevante do corpo de doutores - por ambição ou necessidade - a abraçar a opção empresarial e a abandonar o conforto que a actual situação lhes oferece.
A incorporação desta ideia nas políticas públicas não vai ser fácil, por razões de natureza ideológica.
A título de exemplo, observe-se como as nossas universidades, quando exaltam os seus ex-alunos de sucesso, raramente nomeiam empresários, mesmo quando os há em quantidade e qualidade, preferindo exaltar os políticos em primeiro lugar e depois os académicos e quadros superiores.
A tendência das políticas de emprego é a de tentar acomodar os doutores nas instituições públicas ou, quanto muito, conduzir um número residual a incorporar os quadros do incipiente aparelho de I&D do sector privado.
Veja-se na tabela anexa a evolução, na primeira década do século, das principais categorias da força de trabalho nacional e da produção de doutores.
A classe que mais diminuiu foi a dos patrões O pessoal por conta própria (com e sem empregados) registou, da primeira para a segunda metade da década, uma quebra média de 70.000 unidades (menos 6%). A classe dos patrões teve uma redução de 35.000 unidades (menos 11%), enquanto a categoria dos isolados teve igual redução absoluta (correspondendo a menos 4%).
Em Setembro de 2010 já só havia 252.500 patrões, contra 328.100 em 2003, representando uma quebra de 75.600 pessoas - menos de 23% face ao início da década.
O número de trabalhadores por conta própria, em relação à força de trabalho total, passou de 26% no início da década para 22% no fim, enquanto o peso dos patrões passou de 6% para 5%.
Por sua vez, entre os dois períodos o número anual médio de doutoramentos passou de 973 a 1.413 - um crescimento de 45%.
A média anual do número de doutoramentos passou de 519, na década de 90 do século XX, para 1.193 na primeira década do século XXI1. No ano 2000 formámos 859 doutores; o número foi crescendo, rápida e sustentadamente, até atingir 1.569 em 2009.
Embora existam problemas na comparação dos dados portugueses com os números internacionais, pode considerar-se que a nossa a taxa de graduação de doutores é muito elevada. Em termos quantitativos, a formação de doutores tem sido um sucesso, estranhamente, pouco referido.
Mas que fazem estes doutores? Os estudos fiáveis não abundam, mas sabe-se o suficiente para o presente efeito2. Em Portugal, em 2004, 78,3% dos doutores são professores, contra 13,3% na Alemanha, 33,1% nos EUA, 37,1 no Canadá e 36,4% na Argentina.
É frequente surgirem estudos e pronunciamentos - geralmente parte do projecto de desqualificação social da imagem do empresário - sobre a fraca formação do nosso empresariado.
É um facto que a classe empresarial é a menos qualificada academicamente. É um dado social que, provavelmente, não se pode - talvez nem se deva - esperar eliminar. É uma realidade que tem duas origens. Primeiro, frequentemente, a actividade empresarial surge como resposta ao fracasso nos estudos. Segundo, os empresários são mais irrequietos e inconformistas, adaptando-se com dificuldade às regras educativas vigentes.
Isto não significa recusar os programas de formação para empresários, mas antes dar prioridade ao esforço - por agora quase ausente - para transformar os doutores em empresários.
O ambiente, tanto intelectual como institucional, para acolher os doutores como empresários é péssimo. Como o sistema de ensino superior não pode crescer ao mesmo ritmo da formação de doutores, o estatuto social - e sobretudo económico - dos doutores conheceu uma quebra substancial. Criaram-se subsídios de desemprego disfarçados na forma de bolsas de pós-doutoramento e o sistema científico cresceu e acolheu alguns. Mas, nunca se apontou a esta formidável população o caminho do empresariado. Ambicionam - e prometem-lhes - lugares no quadro das universidades públicas como docentes ou investigadores. Para os mais atrevidos, acenam-lhes lugares de administradores dos institutos e fundações públicas, entretanto generosamente criados em farto número.
Na verdade, parte importante do crescimento do Estado - empresas públicas e municipais, institutos e fundações - destinou-se a acomodar a capacidade de iniciativa e o desejo de sucesso económico dos nossos graduados.
Os poderes públicos têm aqui um desafio decisivo: não desperdiçar o melhor capital humano acumulado nos últimos anos.
A Escola tem também o seu papel. Embora não se ensine a ser empresário, há dois domínios de acção relevantes. Primeiro, na melhoria da figura social do empresário e na exaltação do risco. Segundo, na formação que ajude aqueles que são ganhos para a causa a controlar e minimizar o risco inerente à actividade Ganhar parte relevante do corpo de doutores para a causa de criação de empresas é fundamental.
No entanto, há que ter presente a dificuldade. Este corpo aspira, mais do que a população em geral, à estabilidade garantida e à carreira segura como quadro público.
O desiderato em causa exige, pelo contrário, que se crie desconforto adicional nas carreiras tradicionalmente reservadas e ocupadas pelos doutores de modo a forçá-los, em número relevante, a descobrir as possibilidades da via empresarial.
Economista e professor no ISEG
16 de Abril 2011
The debt rollover requirements are most acute for Irish and German banks, with as much as half of their outstanding debt coming due over the next two years, the fund said.
"These bank funding needs coincide with higher sovereign refinancing requirements, heightening competition for scarce funding resources," the IMF said.
Overall, the IMF said global financial stability has improved over the past six months. The most pressing challenges in the coming months will be funding of banks and sovereigns, particularly in vulnerable euro area countries, it said.
The IMF and European Union bailed out Greece and Ireland, and are in talks with Portugal on a lending program as sovereign borrowing costs surge.
Many investors have questioned whether Spain can avoid a similar fate, but the IMF said Spanish authorities were taking the right steps to address the country's debt problems.
"The actions that have been taken in Spain recently have managed to decouple, in the views of markets, the fortunes of Spain relative to those of Portugal" and Ireland, said Jose Vinals, director of the IMF's Monetary and Capital Markets Department.
European banks hold large amounts of euro zone sovereign debt, making them vulnerable to losses if countries are forced to restructure. Vinals said lending programs in Greece and Ireland were built on the assumption there would be no such restructuring, and the programs needed time to work.
Still, worries about bad debt exposure have heightened investor concerns about bank balance sheets, making it even more important for firms to shore up their capital.
U.S. banks built up capital buffers in 2009, when regulators completed a set of stress tests that revealed some large holes. But European banks still need to raise a "significant amount of capital" to regain access to funding markets, the fund said.
"It is ... imperative that weak banks raise capital to avoid a pernicious cycle of deleveraging, weak credit growth, and falling asset prices," it warned.
LIVING DANGEROUSLY
The European Central Bank's upcoming stress tests provide a "golden opportunity" to improve bank balance sheet transparency and reduce market uncertainty about the quality of assets on banks' books, the IMF said.
European banks won't be able to obtain all the necessary capital from markets, and public money may have to fill some of the gaps, it added. Banks could also cut dividends and retain a larger portion of earnings.
"Overall, a comprehensive set of policies -- including capital-raising, restructuring and where necessary resolution of weak banks, and increased transparency about banking risks -- is needed to solve banking system vulnerabilities," it said. "Without these reforms, downside risks will re-emerge."
The IMF said banks' exposure to troubled sovereign debt is "uncertain," which adds to the funding strains.
It said government debt was generally high and on a worrying upward path in many advanced economies. It repeated its warning that the United States and Japan faced particularly dangerous debt dynamics.
Advanced economies were "living dangerously" with high debt burdens, and faced the difficult task of trying to pare deficits without choking off the economic recovery.
The fund said government interest bills would likely rise, although the burden should generally remain manageable provided countries proceed with deficit reduction plans.
For 2011, Japan and the United States face the largest public debt rollovers of any advanced economy at 56 percent and 29 percent of gross domestic product, respectively.
"While the United States and Japan continue to benefit from low current (borrowing) rates, both are very sensitive to a potential rise in funding costs," it said
By NIRMAL GHOSH
The ongoing crisis at Japan’s Fukushima Daiichi nuclear power plant is the first nuclear accident of the information age. Millions of consumers of TV, online and print media around the world have been getting a crash course in the arcane details of radioactivity.
And so they should. There are plans around the world to build as many as 350 new nuclear reactors, partly to reduce carbon dioxide (CO2) emissions from coal-fired power plants. Only a few are being shelved or delayed as the nuclear industry and governments closely watch developments at Fukushima.
But the Fukushima debacle has reignited a long-overdue debate about nuclear power. At the root of it all is our hunger for energy - the key input into our system and lives as we know it. The big question is what we use to meet that need from our menu of options - from the benign (wind, solar, waves, natural gas) to the dangerous (nuclear and coal). Somewhere in the middle is hydro power.
But truly long term planning has never been a forte of our species. So the urgency of our energy needs combined with the entrenched interests of big corporations - in this case the nuclear, construction and ancillary industries - has left us with a Faustian pact with only the most dangerous solutions.
Ever since the reality and cost of global warming and the dangers of greenhouse gases – principally CO2 - became clearer around the time of the 2006 Stern Review on the Economics of Climate Change, nuclear power has enjoyed a renaissance.
But the domino effect of Fukushima is plain for all to see. On Monday Japan’s government announced an expansion of the exclusion zone around the power plant. Already hundreds of thousands have been evacuated from the exclusion zone and now live like refugees, unable to return perhaps for a very long time indeed, to intact homes and the daily paraphernalia of their lives.
More than a month after that fateful March 11 afternoon, bottled water still vanishes from the shelves of convenience stores in Tokyo by mid morning; imports of water have soared. Tourism has plunged. Exports of Japanese food produce from Fukushima and surrounding prefectures have plunged as countries impose bans or checks for radioactivity. Radioactive elements found kilometers from the power plant in the soil, indicate that an area possibly bigger than New York City may well be a no-go zone for years. Radioactive elements in the ocean are a different worry; though they will disperse rapidly, they will also be carried far by ocean currents and species.
The damage wrought by the tsunami will take years to repair, but it was a one-time event and the consequences can be defined and dealt with even as earthquakes continue. But the nuclear crisis remains open-ended.
To argue as some have, that nobody has so far received a lethal dose of radiation is to deny the reality that even low level doses can trigger lethal cancers later. Radioactive iodine attacks the thyroid; cesium-137 goes to the brain and muscles; strontium-90 goes to bones. And there is the other small matter of nuclear waste, which nobody quite knows what to do with.
Scientists are still arguing about the real death toll of the 1986 Chernobyl disaster. Environmental author and columnist George Monbiot has sparked a storm by turning pro-nuclear and stating that the ‘’official’’ death toll from Chernobyl was only 43, and further cancer deaths could be due to other causes.
But as the 25th anniversary of Chernobyl approaches on April 26, the International Atomic Energy Agency and the World Health Organisation are being challenged by scientists and doctors citing evidence to suggest that up to 500,000 people may have already died as a result of the catastrophe, and another 30,000 people are expected to die of cancers linked to severe radiation exposure in 1986.
‘’In truth, nuclear power and its deleterious effects are a medical problem of vast dimensions - the greatest public health hazard the world will ever see’’ writes scientist and author Dr. Helen Caldicott on her website.
Just over two weeks after the deadly tsunami, I met with Yu Tanaka, one of Japan’s lonely breed of anti-nuclear activists, in a Tokyo cafe. I put to him the proposition of the pro-nuclear lobby that coal was more dangerous because more people die in coal mines every year, millions suffer from respiratory problems because of fossil fuel emissions, and CO2 drives global warming.
Coal and nuclear are false choices, he said. In the case of Japan, neither is needed. A study by Tokyo University has shown that Japan with its extensive coastline and technological skills, can develop a smart grid and exist on only renewable energy – if it devotes as much resources to developing renewables as it does to the nuclear industry or to energy imports.
I met a man at an evacuation centre in Tokyo, who had worked for the Fukushima Daiichi plant. He was living out of a prefabricated exhibition space with cardboard packing material as a wall, and wouldn’t give his name but said he felt ‘’disappointed and betrayed’’ because he had always been led to believe the plant was safe.
He said the fact that the plant was out of control was even more worrying that the danger of radiation. That goes to the heart of another key issue - the supposed infallibility of technology. Do we really believe that concrete and steel storage containers in some cases buried in the Earth, can withstand the tectonic movements of the Earth’s crust itself? Or is our technology really just a wing and a prayer?
Anthropologist Hugh Gusterson, professor and author of two books on aspects of the nuclear industry, on March 16 wrote ‘’We have now had four grave nuclear reactor accidents: Windscale in Britain in 1957, Three Mile Island in the United States in 1979, Chernobyl in the Soviet Union in 1986, and now Fukushima.’’
‘’Each accident was unique, and each was supposed to be impossible.’’
‘’Countries with other energy options, strong democratic structures, and powerful environmental movements will probably de-emphasise, and maybe eventually renounce, nuclear energy’’ he wrote.
‘’In the meantime, countries with weak environmental movements and weak regulatory norms seem to be proceeding as if nothing has happened.’’
Dr Caldicott on her website wrote of ‘’A tidal wave of blow-back from the nuclear industry around the world, which has been rocked back on its heels by Fukushima but is now regrouping.’’
‘’There are claims that radiation is good for you; that nuclear power is still the only answer to global warming; and that fears about the safety of nuclear power are unwarranted.’’
‘’Let us be clear: there are billions and billions of dollars at stake for the nuclear industry. The industry will not walk away from that money without a fight.’’
In Tokyo on April 10 there was a protest against nuclear power – specifically the restarting of the utility Chubu Denryoku’s Hamaoka nuclear power plant southwest of Tokyo in Shizuoka Prefecture shut down at the time of the earthquake, and against Tepco, the utility that owns the Fukushima Daiichi plant.
A previous protest against Tepco drew around 1,200 people. Reports say some 3,000 turned up on April 10. That’s an improvement, but still nowhere near the vigorous questioning of the nuclear industry in Europe where tens of thousands show up at protests. In Japan a cozy circle of big utilities, construction companies, bureaucrats, politicians and the media have ensured that public debate over the nuclear question is lukewarm, Tanaka said.
In Tokyo last week as I left an evacuation centre housing refugees from the Fukushima exclusion zone, it struck me as supremely ironic that Japan – the only country ever to be struck by nuclear bombs, twice – should be facing a nuclear disaster which was the result of its own marriage with nuclear energy.
I mentioned this to the Japanese friend with me.
‘’Yes’’ she said. ‘’We are idiots if we still do not learn.’’
22 de Abril 2011
7 de Junho de 2011
Em vez de reestruturarem os encargos da dívida manifestamente insustentáveis de Portugal, Irlanda e Grécia (os PIG), os políticos e legisladores estão a pressionar para que se adoptem pacotes de resgate cada vez maiores, com condições de austeridade cada vez menos realistas. Lamentavelmente, eles não estão apenas a adiar o problema, mas sim a empurrar uma bola de neve montanha abaixo.
É certo que, de momento, o problema ainda é economicamente gerível. O crescimento da Zona Euro é respeitável e os PIG representam apenas 6% do PIB desta região. Mas ao argumentarem obstinadamente que estes países estão perante uma crise de liquidez, em vez de um problema de solvência, os responsáveis da Zona Euro estão a colocar todo o sistema em risco. As economias de grande importância económica na Zona Euro, como Espanha e Itália, confrontam-se com os seus próprios problemas de elevado endividamento, especialmente tendo em conta o crescimento anémico e a manifesta falta de competitividade. A última coisa de que eles precisam é que acabemos por pensar que já está em funcionamento a implítica “união de transferências” [uma união em que parte das riquezas são transferidas de um país para outro, consoante as necessidades] e que as reformas e reestruturações económicas podem esperar.
Os dirigentes da União Europeia dizem que uma reestruturação proactiva da dívida pública de qualquer um dos seus Estados-membros seria catastrófica. É indubitável que a reestruturação da dívida grega teria um efeito de contágio e que só deixaria de se propagar quando a Alemanha criasse um corta-fogo sólido e credível, presumivelmente em torno da dívida pública de Espanha e Itália. Este é precisamente o tipo de solução realista que poderíamos esperar de uma união monetária verdadeiramente integrada. Assim sendo, por que razão é que os líderes europeus consideram tão inimaginável esta solução intermédia?
Talvez seja porque acreditam que não possuem os mecanismos de governação necessários para tomarem decisões difíceis, para escolherem vencedores e vencidos. As frágeis e fracturadas instituições da União Europeia dispõem de menos de 2% do PIB da Zona Euro em receitas fiscais. Qualquer tipo de decisão audaz requer, essencialmente, unanimidade. Trata-se da velha máxima “um por todos, todos por um”, independentemente da dimensão, do nível de endividamento e de responsabilização. Não faz sentido delinear um Plano B se não houver autoridade nem capacidade para o executar.
Poderá a Europa ter sorte? Haverá qualquer hipótese de a bola de neve da dívida, da disfunção e das dúvidas se desfazer sem provocar danos, antes de ganhar mais força?
No meio de tanta certeza, qualquer coisa é possível. Se o crescimento da Zona Euro superar fortemente as expectativas nos próximos anos, os balanços dos bancos poderão fortalecer e os bolsos dos contribuintes alemães poderão ficar mais fundos. Os países da periferia poderiam conseguir registar um nível de crescimento suficiente para cumprirem os seus ambiciosos compromissos definidos nas medidas de austeridade.
No entanto, é muito mais provável que a actual estratégia fracasse e conduza a uma reestruturação precipitada. Por que motivo há-de o povo grego (já para não falar nos irlandeses e portugueses) aceitar anos e anos de austeridade e de crescimento lento para sustentar os sistemas bancários francês e alemão se não receber em troca avultados subornos? Conforme eu e Jeremy Bullow, professor de Stanford, demonstrámos no nosso trabalho sobre a dívida soberana na década de 80, raramente se consegue pressionar um país a ponto de proceder a reembolsos líquidos (o montante dos reembolsos, com os novos empréstimos deduzidos) a entidades estrangeiras num montante superior a uns quantos por cento durante vários anos. Ora, a actual estratégia da União Europeia e do Fundo Monetário Internacional exige uma ou duas décadas de reembolsos desta natureza – tem de ser assim para evitar a revolta que se veria nos contribuintes alemães se lhes fosse pedido que desembolsassem perpetuamente o seu dinheiro para os países da periferia da UE.
Talvez desta vez as coisas sejam diferentes. Talvez o encanto de pertencer a uma moeda que funciona cada vez mais como moeda de reserva torne possível algo que raramente se viu na História: sustentar uma recessão de longa duração, de par com medidas de austeridade. Mas duvido disso.
É certo que, contra todas as probabilidades e a lógica histórica, a Europa parece que irá manter a liderança do FMI. Surpreendentemente, na sua resignação ao que parece ser uma escolha inevitável para o cargo de director-geral do Fundo, os dirigentes dos mercados emergentes não parecem dar-se conta de que terão ainda que concorrer com os Estados Unidos para a nomeação do número dois do FMI, um cargo que é também bastante importante. O Fundo Monetário Internacional já se mostrou bastante generoso para os PIG. Uma vez constituída a nova equipa, favorável aos resgates, só poderemos esperar mais generosidade, independentemente de esses países cumprirem ou não os programas que lhes foram impostos.
Infelizmente, um FMI muito permissivo é a última coisa de que a Europa precisa neste momento. Com a crise constitucional que vive, chegámos ao preciso momento em que o FMI tem de ajudar a Zona Euro a tomar decisões difíceis que não consegue tomar sozinha. O Fundo tem de criar programas para Portugal, para a Irlanda e para a Grécia que restabeleçam a competividade e reduzam a dívida, e que lhes ofereçam uma esperança realista de regresso ao crescimento económico. O FMI tem de impedir que os europeus permitam que a sua paralisia constitucional transforme a bola de neve da dívida da Zona Euro numa avalancha mundial.
Na ausência do FMI, a única instituição que poderá ser capaz de agir é o ferozmente independente Banco Central Europeu. Mas se o BCE assumir integralmente o papel de “credor de último recurso”, acabará por ficar ele próprio insolvente. Essa não é uma forma de garantir o futuro da moeda única.
É muito difícil prever o desfecho de qualquer crise. Talvez uma desvalorização do euro, seguida de uma expansão as exportações, seja suficiente. Talvez a Europa acabe por viver uma fase de expansão, de qualquer das formas. Mas é difícil imaginar de que forma é que a moeda única poderá sobreviver muito mais sem um passo decisivo em direcção a uma união orçamental mais sólida.
Kenneth Rogoff é professor de Economia e Políticas Públicas na Universidade de Harvard e foi economista-chefe do Fundo Monetário Internacional.
8 de Junho de 2011
18 de Junho de 2011
http://www.france24.com/en/20110610-ancient-wheat-plague-threatens-world-crops-anew#
http://www.nytimes.com/2011/06/16/science/earth/16solar.html?_r=3
23 de Junho de 2011
O sistema politico em Portugal devia ser alterado os lideres politicos deveriam ser inicialmente escolhidos pelo povo e não pelos partidos!
27 de Junho de 2011
Perdemos Um Grande Senhor
Salvador Fernandes Caetano nasceu a 2 de Abril de 1926 no lugar de São Lourenço, Freguesia de Vilar de Andorinho. Era de origem humilde, filho de pai carpinteiro. Devido ao facto de a sua família ser numerosa, Salvador abandou a escola logo após a conclusão da instrução primária (4ª classe). Por força da situação financeira familiar, Salvador Caetano entrou muito cedo no mundo do trabalho, com apenas onze anos de idade.
Por intermédio
do pai, começa a exercer o ofício de pintor nas carroçarias de Castro Reis,
tendo a ambição que lhe valeu anos mais tarde a construção de um império.
Salvador começou, depois, a trabalhar sozinho, reparando autocarros da empresa
de viação Gondomarense.
Salvador
Caetano tem que deixar "cair por terra" a sua aspiração pelo curso de
Direito, pois a bolsa familiar não conseguiria suportar tal curso. Assim, soube
aproveitar as etapas da vida com que se formou. Entretanto, Salvador Caetano
descobriu Ana Pereira, que seria a sua companheira para toda a vida. Ana era
filha de lavradores abastados, humilde, recatada e simples. Salvador e Ana
tiveram três filhos: primeiro, Maria Angelina, cinco anos volvidos Salvador
Acácio e, cinco anos depois, Ana Maria[2].
Aos 20 anos (1946), Salvador Fernandes Caetano enfrenta os desafios do pós-guerra, decidindo estabelecer-se na indústria das carroçarias. Fez Sociedade com o seu irmão Alfredo Caetano e com Joaquim Martins. É criada, assim, a pequena empresa Martins & Caetano & Irmão, Lda., que é o "embrião" da Toyota Caetano Portugal, S.A. e do próprio grupo.
Porém, o
negócio não correu da melhor forma, e os sócios decidem deixar o projecto, que
fica nas mãos do determinado Salvador Caetano. A firma foi a primeira em
Portugal a usar a técnica de construção mista, utilizando perfis de aço e
madeira, e no fabrico das carroçarias integralmente de metal (introduzidas em
1955). A empresa conquista rapidamente a confiança de importantes clientes. Em
1961, a firma de Salvador tem uma encomenda com muito impacto por parte do
Serviço de Transportes Colectivos do Porto: 12 autocarros de 2 pisos. Foi esta
encomenda que abriu caminho à exportação.
Foi
estabelecida uma unidade industrial em Vila Nova de Gaia, e foi no ano de 1967
que se proporcionou o primeiro contrato de exportação de autocarros,
para Inglaterra.
Um ano depois, Salvador Caetano tornou-se representante exclusivo da Toyota em
Portugal.
Em 1971,
ergueu a primeira unidade industrial de montagem de automóveis em Ovar[,
e em apenas dez anos atingiu a montagem de 100 mil viaturas.
A empresa foi-se expandindo, primeiro, por todo o país, e posteriormente, pelo
estrangeiro. Em 1982
adquiriu a empresa A.M. da Rocha Brito, Lda. que estava em situação de
falência. Esta era a importadora, entre outros, dos camiões Hino, e viria a
tornar-se na rampa de lançamento dos veículos BMW no mercado Português.
Foi convertida e foi criada a firma Baviera representando oficialmente a BMW
Quando se
cumpriram 50 anos de actividade, no ano de 1996, Salvador Caetano já
tinha criado ou adquirido 50 empresas nos mais variados sectores de actividade
No ano de
1998, a empresa de Salvador Caetano passou a comercializar a marca Premium
Lexus em Portugal, sendo pioneira nisso.
Como
reconhecimento de sua Pessoa, Caetano é cônsul honorário do México
no Porto,
desde 1994,
tendo facilitado o contacto entre os empresários para incremento das trocas
comerciais entre os dois países. Também foi distinguido com o grau de Comendador
da Ordem do
Mérito Agrícola, Comercial e Industrial pelo governo português, com a Ordem do Tesouro Sagrado
pelo governo
japonês e com as Medalhas de Ouro das cidades de Vila Nova de Gaia e
Ovar.
Possui
várias outras distinções atribuídas, designadamente, pela Associação Empresarial de Portugal,
pela Associação Industrial Portuguesa,
pela Associação do Comércio Automóvel de Portugal, pelo Rotary e pelo Lions Clubs International. A imprensa
tem distinguido Salvador Caetano com prémios diversos, tais como[5]:
26 de Setembro de 2011
Things are so dire the IMF is out of cash. Don't take that from me, take it from Christine Lagarde, head of the IMF.
The Telegraph reports IMF may need billions in extra funding, says Lagarde
Christine Lagarde said the money available to the organisation “pales in comparison to the potential financing needs of vulnerable countries”.
In the wake of the global credit crisis, the funding of the IMF tripled and Britain’s exposure to it rose to £20 billion. This figure is poised to rise again if financial troubles engulf bigger economies such as Italy and Spain.
Yesterday, Alistair Darling, the former Labour chancellor who was in office during the previous crisis in 2008, warned that the problems facing the global economy were worse than three years ago.
“There are lessons to be learnt, and they are not being learnt by those responsible at the moment,” he said. “Lehmans [the investment bank that collapsed in September 2008] taught us one thing which is if you know there is a problem, take action, sort it out [in a way] that is more decisive than people expect if you are going to stop it.
My Dear Darling
My dear Darling, you are a complete fool (but no, I don't love you anyway). Here are the "Lessons of Lehman"
Lessons of Lehman
Darling continues ....
“The problem with the Greek crisis is that it has been allowed to run on and on and on.”
I happen to agree with that Darling sentence, unfortunately I completely disagree with the context.
The smart thing to do would have been to let Greece default. It is now clear Greece is going to default anyway.
History will show the world will not end. It will also show that bailouts to date have done nothing but harm
Temos de encontrar o CREDOR disto tudo e o problema é que essa COISA não existe....
http://motherjones.com/politics/2011/02/income-inequality-in-america-chart-graph
GRANDE ESCOLA
http://www.ist.utl.pt/files/sobre-IST/plano_estr_pt.pdf
ACERTO NO OURO pode cair até 20% uma das melhores oportunidades de sempre para comprar....
29-09-2011
Analise de uma raça sempre em evolução até ao choque final:
DESABAFO
Na fila do supermercado, o caixa diz uma senhora idosa:
- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis com o ambiente.
A senhora pediu desculpas e disse:
- Não havia essa onda verde no meu tempo.
O empregado respondeu:
- Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com o nosso ambiente.
- Você está certo - responde a velha senhora - nossa geração não se preocupou adequadamentecom o ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
Realmente não nos preocupamos com o ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhávamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.
Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
Mas é verdade:não havia preocupação com o ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.
Mas você tem razão:não havia naquela época preocupação com o ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lâmina ficou sem corte.
Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o autocarro e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.
Então, não é risível que a atual geração fale tanto em "meio ambiente", mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?
8 de Outubro de 2011
Cá dentro
Ou se cria um Grupo de Empresários, Militares Patriotas (para a estabilidade do amanhã) capaz de ajudar Portugal com ideias honestas e sem interesses e temos 10 % de possibilidade de darmos a volta a este saque descontrolado que Portugal está a sofrer.
Como é possivel que existam reformas adquiridas num curto espaço de tempo e tão chorudas?
O exemplo tem de vir de cima, para os Portugueses voltarem a acreditar!
Ainda não verificaram que já ninguem acredita em nada!
precisamos de exemplos URGENTES...
São Francisco, Califórnia, 24 de Fevereiro de 1955 — Palo Alto, Califórnia, 5 de Outubro de 2011
http://www.youtube.com/watch?v=UF8uR6Z6KLc
10 de Outubro de 2011
Weapon of Mass Financial Destruction
http://www.roadtoroota.com/public/709.cfm?awt_l=5oxEA&awt_m=3XLlokYhVxAZ85B
Portugal
http://www.triathlon.org/events/start_list/2011_huatulco_itu_triathlon_world_cup/6000/
http://www.triathlon.org/multimedia/video/2011_yokohama_elite_men_tricast/
a anos que se anteve isto:
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=510859
Este movimneto vai revolucionar o mundo:
http://www.bbc.co.uk/news/world-us-canada-15208209?source=patrick.net
15 de Outubro de 2011
O Exemplo devia vir de cima
Para quando 100 deputados na Assembleia da Republica
Devolvam a reformas que foram extorquidas indevidamente ao estado Português
Saber aprender, saber fazer e por último, saber estar
A verdade é cada vez mais substituída pela preocupação do útil, o prazer do saber cada vez mais substituído pela ganância do êxito.
Lá fora
1. Break up the monopolies. The so-called "Too Big to Fail" financial companies – now sometimes called by the more accurate term "Systemically Dangerous Institutions" – are a direct threat to national security. They are above the law and above market consequence, making them more dangerous and unaccountable than a thousand mafias combined. There are about 20 such firms in America, and they need to be dismantled; a good start would be to repeal the Gramm-Leach-Bliley Act and mandate the separation of insurance companies, investment banks and commercial banks.
2. Pay for your own bailouts. A tax of 0.1 percent on all trades of stocks and bonds and a 0.01 percent tax on all trades of derivatives would generate enough revenue to pay us back for the bailouts, and still have plenty left over to fight the deficits the banks claim to be so worried about. It would also deter the endless chase for instant profits through computerized insider-trading schemes like High Frequency Trading, and force Wall Street to go back to the job it's supposed to be doing, i.e., making sober investments in job-creating businesses and watching them grow.
3. No public money for private lobbying. A company that receives a public bailout should not be allowed to use the taxpayer's own money to lobby against him. You can either suck on the public teat or influence the next presidential race, but you can't do both. Butt out for once and let the people choose the next president and Congress.
4. Tax hedge-fund gamblers. For starters, we need an immediate repeal of the preposterous and indefensible carried-interest tax break, which allows hedge-fund titans like Stevie Cohen and John Paulson to pay taxes of only 15 percent on their billions in gambling income, while ordinary Americans pay twice that for teaching kids and putting out fires. I defy any politician to stand up and defend that loophole during an election year.
5. Change the way bankers get paid. We need new laws preventing Wall Street executives from getting bonuses upfront for deals that might blow up in all of our faces later. It should be: You make a deal today, you get company stock you can redeem two or three years from now. That forces everyone to be invested in his own company's long-term health – no more Joe Cassanos pocketing multimillion-dollar bonuses for destroying the AIGs of the world.
http://finance.yahoo.com/blogs/breakout/doug-kass-volatility-vexation-voodoo-184216891.html
26 de Novembro de 2011
O maior Problema foi o monstro hibernado (UE) que não atacou o seu pequeno problema.
http://theautomaticearth.blogspot.com/2011/11/november-25-2011-deleveraging-there.html
13 de Dezembro de 2011
http://finance.yahoo.com/blogs/breakout/real-victims-jon-corzine-mf-global-bankruptcy-131108203.html
certeza matematica
15 de Dezembro de 2011
A nossa Europa é a nossa melhor solução é urgente resolver estes abusos
http://www.youtube.com/watch?v=bypLwI5AQvY&feature=fvst
http://globaleconomicanalysis.blogspot.com/2011/12/on-titanic-towards-economic-and.html
http://www.youtube.com/watch?v=2gm9q8uabTs&feature=relmfu
29 de Janeiro de 2012
U.S. Corporate profitability is at an all time high. Nearly 60% of S&P listed companies have so far beaten earnings estimates for the last quarter. However P/E ratios are at 1990 lows.
Apple reported record
quarterly net profits of $13.06bn, or $13.87 per share, well ahead of analyst
expectations of $10.07 per share
http://www.irishtimes.com/newspaper/finance/2012/0128/1224310867479.html
http://globaleconomicanalysis.blogspot.com/2012/01/portugal-10-year-government-bond-yield.html
http://finance.yahoo.com/blogs/daily-ticker/steve-roach-recovery-oh-please-screwed-170501261.html
http://www.nytimes.com/2012/01/22/business/apple-america-and-a-squeezed-middle-class.html
In time of difficulties, we must not lose sight of our achievements.
Learn from the masses, and then teach them
Mao Tse-Tung
As a nuclear power - as the only nuclear power to
have used a nuclear weapon - the United States has a moral responsibility to
act.
Barack Obama
http://issuu.com/jornal_leiria/docs/especial_jose_ribeiro_vieira
1 de Fevereiro de 2012
PARECE EXISTIR RETOMA NA ECONOMIA??? para alguns
18 de Abril de 2012
Este artigo e confortavel para quem é lixo... visto que existe coisa bem pior
http://www.philstockworld.com/2012/04/14/bernanke-and-germany-wake-up-to-a-merda-storm/
http://ilene.typepad.com/ourfavorites/2012/04/the-pain-in-spain-is-too-big-to-be-contained-.html
http://ftmdaily.com/precious-metals/gold-is-heading-higher-and-the-fed-knows-it/
boa
http://www.calculatedriskblog.com/2012/04/la-area-port-traffic-increases-in-march.html
O Mundo
23 de Abril de 2012
Para quem nos subestimava
http://www.dinheirovivo.pt/Economia/Artigo/CIECO041051.html
http://www.mundoportugues.org/content/1/10371/exportacoes-portuguesas-crescem-milhoes/
Um dia um Grande Homem Brasileiro (GV) disse:
Devemos ter fé. Não existem esforços inúteis se empregados em prol do bem comum.
30 de Abril de 2012
armas de destruição maciça
http://edition.cnn.com/2012/04/29/business/europe-hedge-funds/index.html